DEZEMBRO DE 2009
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O Menino Jesus e o Papai Noel:
Papai Noel, nossas crianças precisam de símbolos, de histórias,
do “faz-de-conta”, além de contos de fada, etc. Você,
Papai Noel, veio do norte europeu, tinha o nome de São Nicolau, andava
distribuindo presentes. Todavia você sabe que as coisas mudaram, na verdade,
no passado você representou o Pai que nos deu seu Filho. Precisamos da
paternidade.
Hoje, Papai Noel, você não representa mais nada disso. Sei que
esta conversa não vai lhe agradar e, por isso, peço desculpas
já antecipadamente. Sim, no Natal, o centro é uma criança
pobre, humilde, sem teto, desalojada, na periferia, cheirando esterco. “Um
Menino nos foi dado” (Is 9,5). O aniversariante, o dono da festa é Jesus
nascido em Belém, “cidade do pão”, ou seja, da partilha,
da solidariedade.
Você, Papai Noel, veio do comércio, do mercado, é um marqueteiro
do consumismo, um sedutor de crianças, porta-voz das vitrines e compras.
Ninguém, Papai Noel, é contra a festa, os presentes, a alegria.
Mas nossas crianças acabam esquecendo o Menino que colocou a criança
no centro de seu reino. Elas, hoje, são fascinadas pelo consumismo e
com voracidade viverão seu futuro como escravas da moda, das compras
e do desperdício. Jesus foi desalojado e as lojas endeusadas. Desde
aquele tempo até hoje, Deus foi despejado, excluído, abandonado: “Não
havia lugar para eles.” (Lc 2,7)
Que pena! Muita gente não acredita mais em nada, nem no Menino e muito
menos em você, Papai Noel. Nosso Natal cristão virou feriadão.
Apagam-se as luzes da fé e acendem-se as do comércio. O Velho
matou o Menino. É verdade que temos gestos lindos de solidariedade,
encontros familiares, celebrações litúrgicas. Eis o Natal
com Jesus, com o aniversariante, com Maria, José, os anjos, os pastores,
os magos. Estes últimos abandonaram suas riquezas, horóscopos
e adoraram Jesus. Encontraram o verdadeiro caminho: o Menino e sua Mãe.
Papai Noel, você não precisa desaparecer. Mas precisa mudar. Reconhecemos
que você faz gestos humanitários nos hospitais, nas fábricas,
etc. Faça como o velho Simeão no templo e ajude-nos a dar o Menino
Jesus para as crianças. Que o Menino seja conhecido, amado e seguido.
Natal é a historia de uma gravidez não abortada, é uma
festa de fé, esperança e amor que todos os domingos é celebrada
na liturgia.
Natal é festa da encarnação, da salvação,
da partilha, da solidariedade. Nasceu o Príncipe da Paz. Seu trono é fundado
na justiça e no direito. O Menino de Belém, com Maria e José,
abençoem e nos confirmem no verdadeiro espírito de Natal. Com
hinos de glória a Deus nas alturas e com gestos de paz, nos tornaremos
mais humanos, alegres, verdadeiros, sensíveis, solícitos e bons.
Depois que Jesus veio não podemos viver num mundo sem Jesus e numa sociedade
pós-humana. Vamos renascer neste Natal, recuperar o que foi perdido
e reencantar-nos pelo Menino.
Dom Orlando Brandes é Arcebispo de Londrina
Dom Benedicto de Ulhôa Vieira
Aniversario de Oredenação do Cônego Laerte:
Cônego Laerte retornou a Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus
do Jaçanã em janeiro de 2007, já havia sido pároco
aqui, de janeiro de 1975 a maio de 1982, que na época assumiu a paróquia
com os cofres vazios, e através de muito trabalho e campanhas conseguiu
fazer reformas importantes na paróquia, como instalações
elétricas e hidráulicas. Durante a permanência do Padre
Laerte, foram automatizados os sinos, que até então eram impulsionados
a cordas; foi construída a casa Paroquial e outras reformas, com recurso
conseguido através de duas rifas de automóveis e outras campanhas
paralelas, reativou a Assistência Social que há tempos estava
parada e deu prosseguimento as obras de construção da creche
que também estava parada.
Parabenizamos o Cônego Laerte Vieira da Cunha, por seus 47 anos de ordenação
sacerdotal a serem completados em 03/12/2008, agradecemos o seu empenho e dedicação
a nossa comunidade, e pedimos que as bênçãos de Deus e
a proteção de Nossa Senhora recaiam sobre ele.
MENSAGEM DA PASCOM:
Dê amor e carinho e receberá igual ou mais ...
Tenha a paz no seu coração e voará tão alto que
jamais será alcançado(a) pelo mal...
Brinde sem exageros e terá o equilíbrio, a vida...
Creia que é capaz e alcançará seus objetivos.
Acredite... uma boa idéia se transformará numa realização...
Preserve a própria vida e respeite a vida alheia.
Economize, mas com sabedoria. Não deixe de viver a vida por economia
a pouco dinheiro e nem se venda por ele.
Ame com intensidade. Não tenha medo de alcançar as estrelas.
E o mais importante dos ingredientes... encontre-se com Deus todos os dias...
assim tudo se tornará muito mais simples e o seu ano será Iluminado!
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Pensando no Natal:
O que mais falta no Natal é reflexão. Se parássemos para
pensar um pouco, perceberíamos melhor o seu significado. E nos daríamos
conta de quanto o mistério da encarnação ilumina a humanidade.
De tal modo que o nascimento do Menino Jesus, em Belém de Judá,
confere sentido a “todo homem que vem a este mundo”.
O Evangelho observa, com perspicácia, que a primeira reação
de Maria, diante da proposta do anjo Gabriel, foi pensar. “Maria começou
a pensar qual seria o significado daquela saudação” (Lc
1,29).
Começar a pensar é, portanto, a primeira recomendação
do Natal.
Também José fez a mesma coisa. Ele também se pôs
a pensar. Enquanto mergulhava nos seus pensamentos, pôde compreender
a missão que o Senhor lhe confiava. Sem pensar, não teria se
colocado em sintonia com a vontade de Deus, que o convidava a assumir uma missão
que empenharia por inteiro sua vida, e lhe daria uma dignidade inesperada.
Depois do nascimento de Jesus, Maria continuou a pensar. “Maria guardava
todas estas coisas, meditando-as no seu coração.” (Lc 2,19).
A encarnação do Filho de Deus é um fato que transcende
as circunstâncias históricas em que ela aconteceu. Seu significado
vai além da singularidade das pessoas diretamente envolvidas no cenário
histórico do acontecimento de Belém.
Como Maria, também somos convidados a continuar pensando no seu significado.
Para dar-nos conta de como o mistério de Deus, que assume a natureza
humana, repercute em toda a humanidade. De tal modo que toda criança,
em qualquer época, em qualquer lugar, em qualquer povo, em qualquer
cultura, de qualquer raça, todo nascimento, todos os seres humanos,
são agora assumidos por Deus, e carregam uma dignidade nova, que lhes é conferida
pelo fato de Deus ter assumido nossa condição humana, pela encarnação
do seu Filho.
As circunstâncias históricas do nascimento de Jesus são
contingentes e transitórias. O fato fundamental é o mistério
de encarnação, cujo significado permanece, desafiando nossa inteligência.
E´ preciso resgatar o alcance universal do mistério da encarnação.
E relativizar as contingências históricas em que ele se deu. Para
não aprisioná-lo dentro destas circunstâncias, impedindo
que ele possa ser apropriado por todos os povos, em todos os tempos.
O fato do Filho de Deus ter nascido em determinado país e em determinado
povo, não o torna propriedade exclusiva de tal povo ou de tal lugar.
O próprio Jesus fez questão de se desvencilhar das amarras de
Nazaré e de seus familiares, para se sentir à vontade entre aqueles
que acolhiam a mensagem transcendente que ele anunciava.
Ele mesmo, quando adulto, não deu importância a Belém,
o lugar onde tinha nascido. Ficava tão perto de Jerusalém, bem
que podia ter passado por lá, e mostrado aos discípulos onde
tinha nascido! Ao contrário, preferiu atravessar as fronteiras ao norte,
sinalizando a destinação universal do seu Evangelho.
Depois de dois mil anos, o Natal de Jesus nos faz procurar sua repercussão
nem tanto na extensão geográfica de sua Igreja. Mas na profundidade
do compromisso de Deus com a humanidade, simbolizado pela encarnação
do seu Filho.
Pensando bem, os fatos de Belém ainda nos convidam à meditação.
Para entendermos como a encarnação de Deus, acontecida plenamente
em Jesus, repercute em todos os nascidos, não só em Belém,
mas em Pequim também. E em toda criatura humana, em qualquer época
e em qualquer lugar deste mundo.
Dom Luiz Demétrio Valentini
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SÍMBOLOS DE NATAL:
A palavra Natal quer dizer nascimento, e originou-se do latim. Natal, Noel,
expressam o mesmo evento. É uma festa sem fronteiras. É o culto
do nascimento, da bondade, da ternura, da vida e da reflexão. Muitos
comemoram o Natal com mesa farta, gulodices, esbanjando e troca da presentes.
Natal é mais, muito mais do que isso.
Presépio
É
a representação do local do nascimento de Cristo com as figuras
do Menino Deus, de José, Maria, animais, pastores e magos. É montado
em igrejas, residências, casas comerciais e lugares públicos.
O primeiro presépio foi feito em 1223 por São Francisco de Assis,
nas redondezas de Greccio, Itália. Dizem que, passeando por uma floresta,
encontrou um estábulo abandonado. No outro dia trouxe para ele uma estátua
de criança, colocando-a sobre a palha. Os animais que acompanhavam o
santo ficaram em volta da estátua. As pessoas da região foram
ver o que estava acontecendo e entoaram cânticos natalinos. Como São
Francisco via que as igrejas ficavam desertas na Noite de Natal, pediu ao papa
para fazer uma réplica de gruta nos templos. Autorizado, montou o primeiro
presépio com figuras humanas verdadeiras. O costume se difundiu até chegar
ao ponto de se reduzir seu tamanho e poder ser montado dentro das casas. O
gesto de montar o presépio deverá vir acompanhado do propósito
de reconhecer no Jesus-Menino de gesso, madeira ou outro material, uma lembrança
do Filho de Deus, que veio nos libertar dos pecados. O presépio é uma
linguagem visual para nos lembrar a vinda de Jesus para o meio de nós.
A palavra "presépio" vem do latim e também significa
estábulo, manjedoura. O presépio nos lembra que Jesus escolheu
um ambiente pobre e rude para nascer. Poderia tê-lo feito num palácio.
O ensinamento que podemos tirar desse fato é o valor da simplicidade,
docilidade e fé acima de tudo.
Bolas coloridas
É
o enfeite tradicional da Árvore de Natal. Existem em várias cores.
Representam os frutos da árvore, que é Jesus. São os talentos,
os dons, as boas ações, o amor, o perdão, a esperança
e a compreensão. Nossas atitudes são os frutos de nossa vida;
como as bolas, refletem o que somos. Elas também simbolizam as graças
que diariamente recebemos. A cada ano se desgastam no brilho, mas estarão
cada vez mais cheias de lembranças e emoções acumuladas.
Sinos
Os sinos emitem sons agradáveis e audíveis à distância,
e são tocados em ocasiões geralmente festivas. Fazem parte do
campanário das igrejas e também têm uso particular. Servem
para enviar mensagens pelo ar. De modo geral, seu toque é festivo. Tocado
por ocasião do Natal, nos lembra o fato de termos um Salvador que e
fez homem, habitou entre nós e partiu deixando sua mensagem de amor
e paz.
Estrela
É
usada na ponta da Árvore de Natal para nos lembrar da Estrela de Belém,
que guiou os reis magos até a manjedoura de Jesus. Tem quatro pontas,
representando o norte, o sul, o leste e o oeste. A misteriosa Estrela de Belém é citada
na Sagrada Escritura em Mateus, capítulo 2, versículos 2, 9 e
10 (Mt 2, 2.9.10). É sempre usada como símbolo de alegria, de
guia, para despertar e atrair. A estrela é luz permanente. Representada
com cinco pontas lembra o ser humano: braços e pernas esticadas e a
cabeça, onde está a vontade.
Velas
Elas simbolizam Cristo, a luz do mundo, que devemos imitar. É uma tradição
nórdica. No início as famílias fabricavam artesanalmente
suas velas, usando a cera pura fabricada por abelhas, conservando sua cor natural.
A chama cintila, serpenteia, atrai e ilumina nosso ser.
Ceia Natalina
Ceia é uma reunião festiva entre os familiares e amigos para
se comemorar algum evento importante. A ceia natalina é uma reunião
ainda mais familiar, íntima e carinhosa, quando afloram nos corações
das pessoas os sentimentos mais variados. Haverá a alegria do encontro,
a saudade de quem partiu, a presença de um novo membro, mesclando emoções
diversas, pois todos ficam predispostos a se entregar afetivamente, trazendo
a mensagem de que Cristo quer renascer no coração de cada um
de nós. A tradição nos conta que após a Missa do
Galo, celebrada à meia-noite do dia 24, era servida uma refeição
frugal aos presentes. Com o passar do tempo essa refeição foi
transferida para as casas dos fiéis e tornou-se mais sofisticada. Iguarias
deliciosas, assados, bolos, pudins, passas, nozes, castanhas, tâmaras,
frutas cristalizadas... se tornaram indispensáveis. Na ceia natalina
não falta uma vela acesa, nos lembrando a fé das pessoas em Jesus
Cristo, que continua brilhando através dos tempos.
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A Imaculada Conceição é segundo o dogma
católico, a concepção da Virgem Maria sem mancha ("mácula" em
latim) do pecado original. O dogma diz que, desde o primeiro instante de sua
existência, a Virgem Maria foi preservada por Deus, da falta de graça
santificante que aflige a humanidade, porque ela estava cheia de graça
divina. Também professa que a Virgem Maria viveu uma vida completamente
livre de pecado.
A festa da Imaculada Conceição, comemorada em 8 de dezembro,
foi definida como uma festa universal em 1476 pelo Papa Sisto IV. A Imaculada
Conceição foi solenemente definida como dogma pelo Papa Pio IX
em sua bula Ineffabilis Deus em 8 de Dezembro de 1854. A Igreja Católica
considera que o dogma é apoiado pela Bíblia (por exemplo, Maria
sendo cumprimentada pelo Anjo Gabriel como "cheia de graça"),
bem como pelos escritos dos Padres da Igreja, como Irineu de Lyon e Ambrósio
de Milão. Uma vez que Jesus tornou-se encarnado no ventre da Virgem
Maria, era necessário que ela estivesse completamente livre de pecado
para poder gerar seu Filho.
Fontes Bíblicas
Em sua Constituição Apostólica Ineffabilis Deus (8 de
dezembro de 1854), que definiu oficialmente a Imaculada Conceição
como dogma, o Papa Pio IX recorreu principalmente para a afirmação
de Gênesis 3:15, onde Deus disse: "Eu Porei inimizade entre ti e
a mulher, entre sua descendência e a dela", assim, segundo esta
profecia, seria necessário uma mulher sem pecado, para dar a luz à Cristo,
que reconciliaria o homem com Deus. O verso "Tu és toda formosa,
meu amor, não há mancha em ti", no Cântico dos Cânticos
(4,7) é usado para defender a Imaculada Conceição, outros
versos incluem:
"
Também farão uma arca de madeira incorruptível; o seu
comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um
côvado e meio, e de um côvado e meio a sua altura." (Êxodo
25:10-11)
"
Assim, fiz uma arca de madeira incorruptível, e alisei duas tábuas
de pedra, como as primeiras; e subi ao monte com as duas tábuas na minha
mão." (Deuteronômio 10:3)
Outras traduções para a palavra incorruptível ("Setim" em
hebraico) incluem "acácia", "indestrutível" e "duro" para
descrever a madeira utilizada. Moisés usou essa madeira porque era considerada
muito durável e "incorruptível". Maria é considerada
a Arca da Nova da Aliança (Apocalipse 11:19) e, portanto, a Nova Arca
seria igualmente "incorruptível" ou "imaculada".
A eternidade dá sentido ao tempo:
O sentido do tempo é dado pela eternidade com a encarnação
de Jesus Cristo. Ele se faz Carne, assumindo a nossa natureza humana, tornando-se
um de nós. Ao assumir a nossa natureza, comunica-nos a sua condição
divina, Unigênito do Pai, nascido do Pai antes de todos os séculos
(tempos). Luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não
criado, consubstancial ao Pai. Por Ele todas as coisas foram feitas. Por nós
homens e para a nossa salvação desceu do céu e se encarnou,
pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria e se fez Homem. Assim professamos
a nossa fé cristã, o Credo.
Esse sentido cristão do Natal de Jesus Cristo não pode ser substituído,
como de fato está sendo na sociedade. O Natal perde o seu significado
haurido nas fontes da fé. O caráter sobrenatural do evento foi
radicalmente substituído pelos valores comerciais, em ritmo de aquecimento.
O Natal foi encampado pelos interesses da sociedade de consumo.
Cabe a nós, como testemunhos do amor de Deus, a recuperação
do sentido do Natal cristão. Cremos que Cristo se encarnou. Sua presença
viva atua nos batizados cristãos, embora admitamos que não sejam
evangelizados, nem suficientemente acompanhados na fé e menos ainda
orientados sobre a prática das obras que demonstram a fé, dom
sobrenatural.
Natal. Hoje Cristo, o eterno Verbo do Pai, nasce para nós. Ele que desde
o princípio está com o Pai, pelo qual tudo foi criado e nada
foi criado sem Ele, no qual tudo subsiste e toma consistência. Ele se
encarna no mundo que por Ele mesmo foi criado, para dar sentido à vida,
ao tempo. Sua eternidade dá sentido ao tempo.
A cada ano o Natal revigora a nossa fé. A fé revigora os nossos
laços espirituais entre os familiares, entre vizinhos, entre amigos,
entre todos os povos da terra. Porque, naquele que nasceu por nós, sua
Luz de vida e Verdade nos foi dada. Hoje, doado a nós pelo Pai, o Espírito
que n’Ele repousa renova a face da terra, em conformidade com a sua Palavra: “Eis
que faço novas todas as cosias” (Cf. Ap. 21,5).
Em cada família cristã, nós, primeiros responsáveis
pela formação dos nossos próprios filhos, recuperemos
o sentido fraterno e solidário que Jesus Cristo veio trazer para todos
os povos, raças, culturas, estruturas sociais. Seu Evangelho, sua boa
Nova - a vida nova que provém de sua Pessoa, de sua mensagem e de sua
obra de salvação perpassa o tempo e lhe dá sentido perene.
Nosso pedido às famílias cristãs é de congraçamento,
fazendo com que uns se reconciliem com os outros, deixando morrer num abraço
apertado tudo o que represente inquietude, mágoa, ressentimentos e maus
ensejos. O único gesto que cabe no Natal é a continuidade do
compromisso de construção da civilização do amor,
da justiça e da paz tão desejada.
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Dizimistas aniversariantes do mes
Maria Goretti Martinez 01/12
Karina Rosa de Jesus Silva 04/12
Maria Conceição Lemos 05/12
Carmem Regina Sierra Rosa 06/12
Ana Guerra de Jesus 06/12
Manameris de Souza Coutinho Lopes 07/12
Rubens Martim Martins 08/12
Marta Catarina de Castro Rodrigues 09/12
Edna Alves Fernandes 09/12
Henrique da Silva Gonçalves 11/12
Adriano Batista Rossi 12/12
Marcos Roberto O. Pereira 13/12
Vanita Gomes do Nascimento 13/12
Cícero Ferreira de Andrade 14/12
Pedro Fernando Franchi 16/12
Lourdes Camilo Rodrigues 16/12
Myrian Fernandes Sardinha 17/12
Raimunda Maria Leonel 19/12
Luzia Gonçalves Ferrazoli 21/12
Maria Regina Ribeiro Jorge 21/12
Espéria Tarliano Batista 21/12
Rosa Martins Pinto de Oliveira 22/12
Paulo Braga 25/12
Natanael de Jesus Cezar 25/12
Malvina Cardoso Figueiredo 26/12
Maria de Andrade 27/12
Â
ngela Paula Almeida 27/12
Roberto Rafael Della Volpe 29/12
Romice Barbosa da Silva Sorrentino 31/12
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