NOVEMBRO DE 2009

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Acontecimento:
Aconteceu no dia 22 de outubro de 2009, na Igreja Sta. Terezinha do Menino Jesus, Jaçanã, a reunião semestral do CPPs (Conselho Pastoral Paroquial do Setor Tucuruvi), estava presente o Padre Geraldo, Cônego Laerte e o Padre Maurício juntamente com outros padres e representantes de outras paróquias e suas pastorais.
Dom Joaquim conduziu a reunião, nos transmitiu mensagens e falou sobre os planos para o ano de 2010, dentre os quais se destaca a visita pastoral do Bispo as paróquias, nos preparando para sermos discípulos e missionários de Jesus, conscientes de que nosso testemunho tanto na vida quanto na paróquia deve ser o de promover o amor e a unidade para com todos. Esta visita será agendada previamente, por um dia inteiro, onde Dom Joaquim visitará as pastorais, instituições e outros lugares que se fizerem necessários, os paroquianos poderão conhecer o Bispo e falar com ele.
Ficamos felizes com a iniciativa de Dom Joaquim e aguardamos ansiosos por sua visita!

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ADVENTO:

Liturgicamente, o tempo do Advento (do latim adventus = chegada) corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal. As quatro velas representam essas quatro semanas e serão acesas, uma a uma, desde o primeiro domingo do Advento (29-11-2009) até o quarto domingo, sucessivamente. Via de regra as cores das velas devem corresponder à cor do tempo litúrgico - roxa -, diferenciando-se a terceira vela - rosa - como alegre preparação para a vinda do Senhor.
Neste sentido, relembramos que as vestes litúrgicas devem ser de cor roxa, como sinal de nossa conversão em preparação para o Natal, com exceção do terceiro domingo, onde o rosa substitui o roxo, revelando o Domingo da Alegria (ou Domingo Gaudette). O Advento deve ser tempo de celebração onde a sobriedade e a moderação são características peculiares da liturgia, evitando-se antecipar a plena alegria da festa do Natal de Jesus. Por isso, neste período não se entoa o "Glória" e nossos passos, nesse recolhimento, seguem em direção ao sublime momento do nascimento de Jesus.
AS QUATRO VELAS
Rito - Na celebração eucarística, um pequeno rito pode ser colocado no início da celebração, liturgia da palavra ou qualquer outro momento conforme o designar o celebrante. O acender das velas, normalmente é aberto com a bênção das velas, canto e oração própria. Seria também muito próprio fazer, em nossas casas, uma breve oração e acendimento das velas nos Domingos que antecedem o natal.
1º Domingo do Advento - Acende-se a PRIMEIRA VELA
A luz nascente nos conclama a refletir e aprofundar a proximidade do Natal, onde Cristo, Salvador e Luz do mundo brilhará para a humanidade. Lembra ainda o perdão concedido a Adão e Eva. A cor roxa nos recorda nossa atitude de vigilância diante da abertura e espera do Senhor que virá.
Oração:
A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, consolem quem está triste e encha nossos corações da alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!
2º Domingo do Advento - Acende-se a SEGUNDA VELA
A segunda vela acesa nos convida ao desejo de conversão, arrependimento dos nossos pecados e também o compromisso de prepararmos, assim como São João Batista, o caminho do Senhor que virá. Esta vela lembra ainda a fé dos patriarcas e de São João Batista, que anuncia a salvação para todos os povos.
Oração:
A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, consolem quem está triste e encha nossos corações da alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!
3º Domingo do Advento - Acende-se a TERCEIRA VELA (Rosa)
A terceira vela acesa nos convida à alegria e ao júbilo pela aproximação da chegada de Jesus. A cor litúrgica de hoje, o rosa, indica justamente o Domingo da Alegria, ou o Domingo Gaudette, onde transborda nosso coração de alegria pela proximidade da chegada do Senhor. Esta vela lembra ainda a alegria celebrada pelo rei Davi e sua promessa que, agora, está se cumprindo em Maria.
Oração:
Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo vos digo: Alegrai-vos! O Senhor está perto"
4º Domingo do Advento - Acende-se a QUARTA VELA
A quarta vela marca os passos de preparação para acolher o Salvador, nossa expectativa da chegada definitiva da Luz ao mundo. Simboliza ainda nossa fé em Jesus Cristo, que ilumina todo homem que vêm a este mundo e também os ensinamentos dos profetas, que anunciaram a chegada do Salvador.
Oração:
Céus, deixai cair o orvalho, nuvens, chovei o justo; abra-se a terra, e brote o Salvador!

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CONTRIBUIÇÕES FINANCEIRAS DOS FIÉIS:

A parte do corpo, capaz da mais alta sensibilidade, não é o coração, mas o bolso. É lá que se concentram os nervos hiper-sensíveis que reagem, em dores agudas, a qualquer medida invasiva. O nervo exposto do dinheiro pode até levar a um coma sentimental. Por isso o poder público, nas suas incursões para domar os impulsos irresponsáveis, cometidos pelos cidadãos no âmbito rodoviário, recorre a um expediente com alto poder de cura. Em vez de punir com cadeia, pune pela multa.
Não se consegue uma conversa facilmente compreensível, quando o ser humano é chamado a colaborar, através do dinheiro, para o bem comum. O único meio de convencimento, ao se tratar da convivência social, no mundo civil, é legislar e impor. Daí a criação da palavra “imposto”, pelo qual os governos não perguntam se estamos de acordo, mas exige. Já no ambiente eclesiástico a dinâmica é um pouco diferente. Por não estarmos em regime de Estado Teocrático, os proventos para o funcionamento eficaz das Paróquias e Dioceses, vem através de contribuições espontâneas, chamadas “espórtulas”. Essas não vêm através de imposições, mas se concretizam pelo maior ou menor grau de conscientização dos fiéis. Isso está muito mais de acordo com o espírito do Novo Testamento. Só considero convertido, de verdade, aquele que usa de retidão nos negócios, que tem espaço em seu coração para ajudar financeiramente os irmãos necessitados, e que considera as carências econômicas da sua comunidade religiosa um assunto seu. Aquele que engana nas transações financeiras, ou que é insensível para com o pobre, ou que encara com mau humor as contribuições em favor da sua Paróquia, ainda não alcançou um bom nível de espírito cristão.”Quem semeia com mesquinhez, com mesquinhez há de colher” (2 Cor 9, 6).
A pedagogia do Novo Testamento, dentro do assunto das contribuições financeiras, sobrepuja a primeira Lei. Jesus nunca falou em pagar o dízimo, nem os apóstolos impuseram tal prática às comunidades primitivas. Mas falaram muito em contribuir generosamente, em colaborar com coletas, em assumir campanhas beneficentes. Em tudo agora vale a lei da liberdade, com dosagem de responsabilidade. “Deus ama a quem dá com alegria” (2 Cor 9, 7). Por isso, o fiel que compreendeu a sua co-responsabilidade, saberá colaborar com campanhas em favor do semelhante necessitado, participará da organização de festas paroquiais ( de resultados sempre tão modestos). Enfim, porá em prática a velha tradição de “pagar o dízimo segundo o costume”. No entanto, seja-me permitido acrescentar uma derradeira observação. Nas suas generosas colaborações, o fiel saberá valorizar as campanhas promovidas pela sua comunidade paroquial ou diocesana. Assim estará entrando na antiqüíssima tradição dos primeiros cristãos “que traziam o dinheiro e o depositavam aos pés dos apóstolos” (At 4, 35).

Dom Aloísio Roque Oppermann scj – Arcebispo de Uberaba, MG
Sandra

 

 

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DIA DE TODOS OS SANTOS:

Dia 1º de novembro é o dia de todos os santos, esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deveu-se ao fato freqüente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também devido ao intercâmbio e partilha das festividades entre as dioceses por onde tinham passado e se tornaram conhecidos. A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que se tornou impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registro (Século IV) de um dia comum para a celebração de todos os Santos aconteceu em Antioquia, no domingo seguinte ao de Pentecostes, tradição que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo. Inicialmente apenas mártires (com a inclusão de São João Baptista), depressa se deu grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não terem sido mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida a Deus e assim a designação "todos os santos" visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados (processo regularizado, iniciado no Século V, para o apuramento da heroicidade de vida cristã de alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de beato ou santo, e pelo qual se institui um dia e o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com referência especial na missa).

Intenção catequética da festividade
Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para O seguir e ser santo, à imagem de Deus, a imagem em que foi originalmente criada e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos vivos (não apenas os do passado) e que cada pessoa o pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da "vocação universal à santidade", tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.
Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal John Henry Newman (Venerável ainda não canonizado): não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhoramentos, mas sim rebeldes pecadores que devem render-se, aceitando a vida com Deus, e realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.
Citações do Catecismo da Igreja Católica
957.A comunhão com os santos. “Não é só por causa do seu exemplo que veneramos a memória dos bem-aventurados, mas ainda mais para que a união de toda a Igreja no Espírito aumente com o exercício da caridade fraterna. Pois, assim como a comunhão cristã entre os cristãos ainda peregrinos nos aproxima mais de Cristo, assim também a comunhão com os santos nos une a Cristo, de quem procedem, como de fonte e Cabeça, toda a graça e a própria vida do Povo de Deus” [1].
“A Cristo, nós O adoramos, porque Ele é o Filho de Deus;
quanto aos mártires, nós os amamos como a discípulos e imitadores do Senhor;
e isso é justo, por causa da sua devoção incomparável para com o seu Rei e Mestre.
Assim nós possamos também ser seus companheiros e condiscípulos!”
Martyrum sancti Polycarpi 17, 3: SC 10bis, 232 (FUNK 1, 336).

1173. Quando a Igreja, no ciclo anual, faz memória dos mártires e dos outros santos, “proclama o mistério pascal” realizado naqueles homens e mulheres que “sofreram com Cristo e com Ele foram glorificados, propõe aos fiéis os seus exemplos, que a todos atraem ao Pai por Cristo, e implora, pelos seus méritos, os benefícios de Deus” [2].
2013. “Os cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade” [3]. Todos são chamados à santidade: “Sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5, 48):
“ Para alcançar esta perfeição, empreguem os fiéis as forças recebidas segundo a medida em que Cristo as dá, a fim de que [...] obedecendo em tudo à vontade do Pai, se consagrem com toda a alma à glória do Senhor e ao serviço do próximo. Assim crescerá em frutos abundantes a santidade do povo de Deus, como patentemente se manifesta na história da Igreja, com a vida de tantos santos.”

 

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Fim de semana jovem!

Aconteceu, aqui na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, o “Fim de Semana Jovem” nos dias 26 e 27 de setembro. Foram dois dias inesquecíveis para todos os jovens, tios, tias e palestrantes que participaram desse evento.
Foram mais de trinta dias organizando e trabalhando para que esse fim de semana jovem fosse um sucesso. E deu certo! Apesar dos pequenos problemas e algumas discussões que ocorreram durante esse período de planejamento, alcançamos nosso objetivo de proporcionar uma nova experiência a nossos jovens.
Durante o fim de semana jovem, muito dos jovens, tios (as) e também os próprios palestrantes se emocionaram. Podemos dizer que os sentimentos mais presentes nessas pessoas foram: o perdão, o amor e a reconciliação com Deus, família e amigos.
No domingo alguns jovens voltaram mais felizes por terem se entendido com os pais. E os palestrantes se emocionaram no final quando deram conta de que haviam feito um ótimo trabalho tocando no fundo do coração de cada jovem. Até o Padre Geraldo nos presenteou com a sua visita durante um momento de adoração ao santíssimo.
E acreditem! Esse fim de semana teve suas conseqüências: o numero de jovens em nossas reuniões aos sábados às 17 horas aumentou, e nas aulas de violão aos sábados às 15 horas começaram uma nova turma com ainda mais jovens que a primeira.
Graças a esse fim de semana, muitos jovens perceberam que participar de um grupo de jovens não é ser careta, mas sim optar por uma maneira melhor de se viver a vida, junto de Deus, em paz com a família e com amigos de verdade.
Agradecemos a Deus, ao Padre Geraldo por ter cedido o local, ao Padre Hércules por ter nos apresentado os palestrantes, a todos os tios e tias que ajudaram na cozinha fazendo nossos lanches e nosso almoço e agradecemos a todos os jovens que trabalharam conosco para que esse “Fim de Semana Jovem” acontecesse. Muito obrigada!
Nosso grupo de jovens está crescendo e mostrando que nós, jovens, queremos Jesus Cristo como nosso amigo! E você que ainda não faz parte desse grupo venha caminhar com a gente!

 

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HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS:


O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio.
No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados.
O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.
Mons. Arnaldo Beltrami – vigário episcopal de comunicação

 

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Mauricio José de Lima, filho de José Evaristo de Lima e Cicera
Ricardo de lima, é o novo padre, que foi apresentado no dia 1º de outubro de 2009, pelo bispo aux. Dom Joaquim na missa de nossa Senhora Aparecida, celebrada aqui na Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus do Jaçanã. Nascido e criado nesta capital, estudou, trabalhou no comercio e em escritório de contabilidade por algum tempo. Estudou e se preparou para o sacerdócio no seminário da Arquidiocese de São Paulo, realizou o curso de teologia na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora Assunção, no bairro do Ipiranga.
Ordenou-se Padre no dia 7 de março de 2009 juntamente com outros amigos na Catedral da Sé.
Além da Paróquia de Origem Nossa Senhora de Fátima situada na Vila Sabrina, trabalhou na igreja Nipo Brasileira, conhecida como São Gonçalo no bairro da Sé, na Paróquia São Dimas na Vila Nova Conceição e na Igreja Hortos das Oliveiras, no bairro Izolina Mazzei.
Hoje esta a serviço de nossa Paróquia na função de Vigário paroquial, auxiliando o Padre Geraldo e o Cônego Laerte.
Seja bem vindo Padre Mauricio José de Lima que tudo seja feito segundo a vontade de Deus.

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Dizimistas aniversariantes do mes

01-Janaina Rodrigues Terra
02- Elizete Ferreira Barbosa
03-Maria Aparecida de Oliveira
03-Maria das Graças Ferreira Deiuli
03- Maria Zuleide Almeida Silva
03-Wellington Santana Nascimento
04- Maria Aparecida Monte
04- Nelly Cannone Specca
04-Vicentina Geralda Batista
05-Fátima Lucilia Carvalho Zen
05-Flavius Vasconcelos Cintra
05-Osmar Vicente Silva
05- Maria Odete da Costa
09-Geralda Alves Palma
09-Marcia Mendes Barcelos
09-Neusa Silva Canto
10-José Nascimento Figueira Quintal
10-Robson Lima Almeida
10-Senhorinha Ferreira de Andrade
14-Donizeti Brito Gomes
14-Osvaldo Monteiro
14-Silmara Rocha de Melo
19-Gino Bottino
19-Mariana Giovanni Cordeiro
19-Nair da Silva Campos
21-Irani Gomes Pacheco
22-Cecília Santos Silva
24-Maria Aparecida Rezende
24- Raimundo Cezar F. Vilas Boas
26-Antonia Dalva Garcia Paulino
26-Arlete Teixeira Santiago
27-Alaíde Costa
27-Augusta da Conceição
27-Schirlei Sargini Gomes
28-Adriana Maria Montanari Meliani
29-Adhemar Santa Clara
29-Isabel Maria Correia
30-Angelo Calandrino
30- Marli Gomes
30-Alzira Antunes de Melo


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