OUTUBRO DE 2009

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SANTA TEREZINHA:
Santa Terezinha, grande missionária,e falando em missões e missionários, dia 1º de outubro também celebra o dia de Santa Terezinha, grande missionária e padroeira da nossa paróquia.
Desde muito cedo, Santa Terezinha descobriu sua maior vocação: o amor ao próximo.
Aos 15 anos entrou para o Mosteiro das Carmelitas, passando a vida na humildade e simplicidade, oferecendo cada gesto e sacrifício a Deus, pela salvação das almas e na intenção da Igreja.
Terezinha nasceu em Alençon, na França, em 1873 e morreu em 1897. Apesar de vivido apenas 24 anos, acabou realizando seu desejo de ser missionária “desde a criação do mundo, até a consumação dos séculos”. Intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam Jesus, continua ainda hoje, vivendo no Céu, fazendo o bem aos da terra.
Em 1927, Santa Terezinha foi proclamada a principal padroeira das missões e em 1944, a padroeira secundária da França.
Ao completar cem anos de seu nascimento, foi proclamada Doutora da Igreja, por ensinar o caminho da santidade, pela humildade.
Ó Santa Terezinha, sois exemplo de simplicidade e de humildade e sempre vos colocastes nas mãos do Pai.
Intercedei junto a Deus para que os homens compreendam o vosso caminho, que leva aocéu,
para que vencendo o egoísmo e o orgulho, possam construir um mundo melhor e conquistem os povos para o Reino de Cristo pelo amor, justiça e paz.
Fazei com que os homens compreendam a mensagem do Evangelho e sejam atraídos a viverem o ideal cristão do amor, pelo espírito de desapego e doação.
Santa Terezinha do Menino Jesus, padroeira das missões, rogai por nós e protegei os missionários.
Amém!

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NOSSA SENHORA APARECIDA:

História
Há duas fontes sobre o achado da imagem, que se encontram no Arquivo da Cúria Metropolitana de Aparecida (anterior a 1743) e no Arquivo Romano da Companhia de Jesus, em Roma. A história foi primeiramente registrada pelo Padre José Alves Vilela em 1743 e pelo Padre João de Morais e Aguiar em 1757, registro que se encontra no Primeiro Livro de Tombo da Paróquia de Santo Antônio de Guaratinguetá.
A Pescaria Milagrosa
A sua história tem o seu início em meados de 1717, quando chegou a Guaratinguetá a notícia de que o conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, governador da então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, iria passar pela povoação a caminho de Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto), em Minas Gerais.
Desejosos de obsequiá-lo com o melhor pescado que obtivessem, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves lançaram as suas redes no rio Paraíba do Sul. Depois de muitas tentativas infrutíferas, descendo o curso do rio chegaram a Porto Itaguaçu, a 12 de outubro. Já sem esperança, João Alves lançou a sua rede nas águas e apanhou o corpo de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição sem a cabeça. Em nova tentativa apanhou a cabeça da imagem. Envolveram o achado em um lenço. Daí em diante, os peixes chegaram em abundância para os três humildes pescadores.
Início da Devoção
Durante quinze anos a imagem permaneceu na residência de Filipe Pedroso, onde as pessoas da vizinhança se reuniam para orar. A devoção foi crescendo entre o povo da região e muitas graças foram alcançadas por aqueles que oravam diante da imagem. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil. Diversas vezes as pessoas que à noite faziam diante dela as suas orações, viam luzes de repente apagadas e depois de um pouco reacendidas sem nenhuma intervenção humana. Logo, já não eram somente os pescadores os que vinham rezar diante da imagem, mas também muitas outras pessoas das vizinhanças. A família construiu um oratório no Porto de Itaguaçu, que logo se mostrou pequeno.
A primeira Capela
Por volta de 1734, o vigário de Guaratinguetá construiu uma capela no alto do morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745.
Visita de Dom Pedro I
Em 20 de abril de 1822, em viagem pelo Vale do Paraíba, Dom Pedro I e sua comitiva visitaram a capela e a imagem.
Primeira Igreja (Basílica Velha)
Em 1834 foi iniciada a construção de uma igreja maior (a atual Basílica Velha) para acomodar e receber os fiéis que aumentavam significadamente, sendo solenemente inaugurada e benzida em 8 de dezembro de 1888.
Coroa de Ouro e o Manto Azul
Em 6 de novembro de 1888, a princesa Isabel visitou pela segunda vez a basílica e ofertou à santa, em pagamento de uma promessa (feita em sua primeira visita, em 08 de dezembro de 1868), uma coroa de ouro cravejada de diamantes e rubis, juntamente com um manto azul, ricamente adornado.
Chegada dos Missionários Redentoristas
Em 28 de outubro de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da imagem para rezar com a Senhora "Aparecida" das águas.
Coroação da Imagem
A coroa doada pela Princesa Isabel.
A 8 de setembro de 1904, a imagem foi coroada com a riquíssima coroa doada pela Princesa Isabel e portando o manto anil, bordado em ouro e pedrarias, símbolos de sua realeza e patrono. A celebração solene foi dirigida por D. José Camargo Barros, com a presença do Núncio Apostólico, muitos bispos, o Presidente da República e numeroso povo. Depois da coroação o Santo Padre concedeu ao santuário de Aparecida mais outros favores: Ofício e missa própria de Nossa Senhora Aparecida, e indulgências para os romeiros que vêm em peregrinação ao Santuário.
Instalação da Basílica

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Mês das missões:
Neste mês de outubro, a Igreja se volta para a necessária compreensão das Missões, isto é, da permanente preocupação pelo anúncio do Evangelho a todos os povos. A vinda de Cristo à terra foi para nos revelar o mistério de Deus e ensinar-nos a caminhar para vivermos na sua graça e assim merecermos uma felicidade que não tem fim, que é o céu. São muitos os povos ainda hoje, aos quais a revelação divina de Cristo não os iluminou. Não conhecem o Salvador, a sua vinda histórica, a sua doutrina e o destino feliz a que Deus nos chama.
A ordem de Cristo – “Pregai a boa nova do Evangelho a toda criatura” – nos impulsiona a levar ao mundo todo a notícia feliz que, desde o nascimento de Cristo em Belém, foi anunciada pelos anjos aos pastores e a nós: “Nasceu hoje para nós o Salvador”. Aquela parábola (Mt 20), em que, nas diversas horas do dia, o Senhor convida os trabalhadores para sua vinha, é um chamado a cada um para pôr-se a serviço do Evangelho.
Há uma cena que nos deixa bem claro como o Senhor chama para a honrosa missão de anunciar a todos a salvação. É quando Jesus passa pela banca de impostos de Mateus e o chama – a ele pecador público, como era considerado – para fazer parte dos seus seguidores. De cobrador de impostos tornou-se imediatamente seguidor fervoroso de Jesus. A graça transforma.
Neste mês, a Igreja insiste na necessidade da missão, isto é, de anunciar a salvação, que nos é dada, pelo conhecimento de Jesus e pela adesão fiel e resoluta a Ele, no Messias Salvador.
Cristo nos chama. Não foi só Mateus que foi chamado. Também Paulo, no caminho de Damasco que fez dele o mais ardoroso anunciador de Cristo. A graça agiu nele, transformando-o de perigoso perseguidor em apóstolo, cujo “viver era Cristo”, como ele mesmo confessa. Nós também fomos chamados e isto é a nossa felicidade.
Causa porém tristeza ver como muitíssimos cristãos não têm pelo Senhor Jesus fervoroso entusiasmo, a tal ponto que os leve a anunciá-lo aos que ainda não o conhecem, anunciá-lo pelo testemunho da própria vida oportunamente, sem medo, sem fanatismo, mas com a sinceridade da fé e do amor. Anunciá-lo pela palavra, quando oportuna e pelo testemunho. Outubro é o mês em que a Igreja procura acender o zelo de seus filhos para o anúncio de Cristo em favor dos que O não conhecem e estimular o testemunho Dele para a sociedade em que vivemos.
Dom Benedicto de Ulhôa Vieira

 

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DIA DO PROFESSOR:

No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".

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CORAL:

No próximo dia 31 de outubro será realizado o encontro de Corais na Paróquia Santa Terezinha, a partir das 19 horas. Para você participar basta trocar 1Kg de alimento não perecível (menos sal) pelo convite. Os alimentos arrecadados serão fornecidos para obra social da paróquia. Teremos a presença de vários corais e da Banda da Policia Militar, contamos com a presença de todos.

 

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COMO SURGIU NOSSA PARÓQUIA:
Por sugestão da Religiosa Irmã Filomena, nasceu o sonho de construir uma Igreja no Jaçanã. O primeiro passo foi conseguir o terreno que se deu em 1922,por doação.
A sugestiva Irmã Filomena, mandou vir da França a imagem de Santa Terezinha para ser a Padroeira da Igreja.
A partir daí se deu inicio a uma grande campanha com o povo em mutirão roçando o mato do terreno e, ali mesmo começaram as famosas quermesses de Santa Terezinha, que até hoje são realizadas.
A motivação era tamanha que se expandia , e o capelão do Asilo Dom Pedro II, Padre Bruno Mouer, juntamente com as Irmãs que trabalhavam no asilo, fazendo salgados e doces além de arrecadarem doações que eram conseguidas nas procissões com o Andor da Santa, grupos de pessoas visitavam de caminhão os bairros próximos pedindo donativos. Muitos colaboravam como a família Rinaldi donos de olarias e o festeiro Sr. Afonso que era dono de uma fabrica de luvas no bairro foram uns dos que mais contribuíram para a construção da Igreja.
Contando com a ajuda da população em abril de 1925 começou a ser levantada a Capela Santa Terezinha na Estrada do Guapira, hoje Av. Guapira. Cinco anos se passaram e no dia 25 de abril de 1930 o Padre Paulo Florêncio de Camargo, celebrou a primeira Missa na Capela Santa Terezinha e o Padre Bruno Mouer recebe a reitoria da Capela.
Com o passar dos anos a população do bairro do Jaçanã foi crescendo e a Capela Santa Terezinha ficando pequena , com isso o Padre Bruno tinha uma idéia fixa que era de construir uma nova igreja com mais espaço, foi ai que em 1932 que um engenheiro morador do bairro, fez a planta da nova igreja , em 1934 a Prefeitura de São Paulo aprovou a planta.
Novamente começaram as campanhas para arrecadar fundos para a construção da igreja, com dificuldades, muita luta e o muito dinheiro, e em 25 de julho de 1937 o Padre Bruno Mouer celebrou a primeira Missa da Paróquia Santa Terezinha, ele também foi o primeiro Vigário da Paróquia e primeiro Padre da Ordem dos Camelianos a assumir uma paróquia.
O Padre Bruno Mouer dirigiu a Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus do Jaçanã de julho 1937 à junho de 1944.

 

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Dizimistas aniversariantes do mes

01-ANITA PACHECO DE QUEIROS
01-ARLETE PONTE GARCIA
01-OSVALDO MARQUES DE OLIVEIRA
03-ROSA MARIA DE SOUZA SARKIS
04-ILMA LEISER T. DE QUEIRÓZ
05-LUCILLENE P. MARTINS SILVA
06-ELSA R. CASTRO MARÓQUIO
06- DIJALMA REIS GARCIA
06-JOSEFINA ALVES RIBEIRO
10- VERA LUCIA BIASSOLI GARUTTI
12-LUCIANA A. MONTANARI AVANÇO
13-MARIA DE FATIMA DE A. FERRARI
15-JOSÉ CAMPOS
19-JOÃO PEDRO DA SILVA
20-ANA MARIA DE FREITAS CONCEIÇÃO
23-SOLANGE DA COSTA LOÇA
24- SANDRA R; ESCOBAR DE SOUZA
25-MARCIA GENOVEVA B. MAHLMEISTER
25-MERCEDES TOZA BELINI
25-MARIA BALLAMINUT BASTELLI
27- ARNALDO JOSÉ DE SANT’ANNA
28 -LAUDIR BORGES DE LIMA


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