JUNHO DE 2010

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Encontro de Leigos:

Após a reunião com o Bispo Dom Joaquim Justino Carreira que falou sobre o I Congresso de Leigos da Arquidiocese de São Paulo, o Padre Geraldo iniciou o trabalho de formar uma comissão para que os encontros fossem realizados na Paróquia Santa Terezinha do Jaçanã, pessoas da comunidade se colocaram a disposição do Pe. Geraldo, onde se montou a comissão: Edilson, Marcia, Maria Goretti, Irani, Sandra Elias, Francisco e Henrique, que logo de imediato já iniciaram os trabalhos para a realização dos encontros que foram pré determinados pelo manual do I Congresso de Leigos da Arquidiocese de São Paulo.
Como o tempo estabelecido foi curto, para a entrega de todo o material que foi realizado nos encontros, a comissão da paróquia Santa Terezinha, em duas reuniões definiu as estratégias para a realização dos encontros, que no total foram 7. O primeiro passo foi como agendar os encontros em nossa comunidade, um trabalho de divulgação também foi estabelecido para se conseguir o maior numero de participantes.
Com muito empenho e a colaboração de todos da comissão em menos de 15 dias já estava com tudo definido para iniciar os encontros, a divulgação na comunidade se deu através de sites, jornais, avisos nas missas, convites para coordenadores de pastorais, cartazes na comunidade, e o principal, a propaganda boca a boca.
No dia 26 de abril foi realizado o primeiro encontro no salão paroquial, o numero de participantes surpreendeu a todos, pois muitas pessoas da comunidade estiveram presentes para poder participar do I Congresso de Leigos, de maneira direta e objetiva a comissão passou todas as informações do que se tratava o I Congresso de Leigos, qual a sua finalidade como seria a participação da comunidade no Congresso. Houve uma compreensão de todos e as duvidas surgiram, mais os Padres Geraldo, Mauricio o Cônego Laerte e o Diácono Rogério, estavam presentes em nossos encontros para auxiliar a comissão nas duvidas que surgiram.
Esta primeira etapa do Congresso, já concluída em nossa Paróquia, foi divida em três etapas: o ver, o julgar e o agir.
O ver: um rápido olhar sobre a Igreja que está em São Paulo e, dentro dela, a situação do laicato, vivendo entre luzes e sombras, na realidade desafiadora e nem simples da cidade grande;
O julgar: Estudo da teologia do laicato do Vaticano II, que se funda na eclesiologia do Povo de Deus; compreensão do discípulo como o seguidor do Mestre que anuncia o Reino, e da missão como o compromisso em favor da vida e da dignidade humana; daí a importância da conversão pastoral e da formação cristã.
O agir: Leigos e leigas, com vocação própria e missão especifica, atuam apostolicamente na vida da Igreja que está no mundo de hoje, enfrentando as dificuldades de fazer o Reino crescer.
Com leituras bíblicas, leitura dos encontros no manual e formação de grupos entre os participantes para respostas aos questionamentos formulados pela Arquidiocese, concluímos o material a ser encaminhado ao Setor, material este que será utilizado na em outras etapas do Congresso (Setor e Região Episcopal).
Nestes encontros podemos perceber a importância dos leigos dentro de nossa Igreja, sabemos que somos povo santo e pecador, mas sabemos também que somos o corpo da Igreja, onde Cristo é a cabeça, nós leigos somos a Igreja, não é a edificação que determina a Igreja, mas o povo que faz parte dela, guiado pelo Clero.
Os leigos são convidados para participar ativamente nas pastorais e movimentos da Paróquia, todos somos capazes, pois Existe na Igreja diversidade de serviços, mas unidade de missão.
A comissão paroquial agradece a todos, paroquianos ou não, que participaram de nossos encontros, colaborando com a conclusão desta etapa do Congresso em nossa Paróquia.

brarra18

O Informativo Santa Terezinha entrevistou o Diácono Rogério
IST- O que é Diácono?
DR- Diácono é um homem dedicado a servir a Deus, que busca a santidade no serviço ao povo de Deus, encardindo em uma paróquia. Na Arquidiocese de São Paulo é um homem casado, com família sólida e serviço fixo. Deve ser dedicado à oração e a fazer tudo o que estiver ao seu alcance em prol da caridade. Tem uma tríplice missão: Na caridade, no serviço ao altar e na pregação da Palavra de Deus. Isso sem deixar a família de lado, é minha primeira missão.
IST- Porque e Quando você pensou em se tornar Diácono?
DR- Há muitos anos encontrei uma entrevista, na revista Santo António, da OFMconv. com um Diácono de Santo André, era o Diácono Franco. Na época conversei com Dom Joel e depois com Dom Paulo Evaristo, que pediu para não desistir, mas que era preciso esperar um pouco. Essa vocação foi amadurecendo e com a vinda de Dom Cláudio para a Arquidiocese de São Paulo ela se tornou realidade. A ânsia de encontrar Deus me levou a este caminho. Quando você encontra Deus e se sente amado por ele......não tem explicação, é uma fome insaciável de Deus.....porém, como diz Santo Agostinha: "Meu coração só descansará quando estiver no colo de Deus.
IST- O que sua família falou sobre a sua decisão?
DR- Tive total apoio, não encontrei nenhuma resistência, minha esposa e meus filhos e filha me apoiaram desde o começo. Alias agradeço muito a minha esposa Lisa, pois sem ela, sem seu apoio nunca seria Diácono.
IST- Onde você foi ordenado? Quanto tempo de ordenação?
DR- Fui Ordenado na Catedral de São Paulo, pelas mãos de Dom Frei Cláudio Humes, OFM, então nosso Cardeal em 04 de dezembro de 2005.
IST- Quais Igrejas já trabalhou?
DR- Como Diácono fiquei quatro anos na Paróquia Jesus no Horto das Oliveiras, e faz um mês que estou na Paróquia Santa Teresinha do Jaçanã.
IST- Como você se sente como Diácono da Paróquia Santa Terezinha?
DR- Sinto me em casa, rodeado de irmãos amigos e muito bem trabalhando junto com meu padrinho de ordenação, Padre Geraldo, de quem gosto muito
IST- Existe algum trabalho especifico que você realiza como Diácono na Paróquia?
DR- Bom, estamos no começo, hoje acompanho a caminhada da Renovação Carismática Católica e começando a trabalhar com a equipe do Batismo. Porém há muito mais o que fazer.
IST- As pessoas comentam com você alguma coisa de você ser Diácono?
DR- Nada de mais, somos todos batizados, só a missão que é diferente.
IST- Descreva o que você quiser sobre a sua vida de Diácono?
DR- Tudo em minha vida deve ser centrado no amor misericordioso de Deus, o que foge disso procuro descartar. A vida diaconal deve ser dedicada no Amor. Isso nos levou a fundar uma Casa de Apoio: Associação Casa São Padre Pio e João Paulo II. è uma obra idealizada pelo Junior, da RCC Vila Maria, dedicada ao acolhimento dos pobres e necessitados. Lá temos serviço de advocacia, psicologia, fonoaudiogia e outros, de graça, para as pessoas que não tem acesso a esse serviço por outros meios; duas vezes por mês são distribuídos alimentos (marmitex e água) aos moradores de rua. Esse é um serviço que amo muito.
Sou extremamente feliz como esposo, pai e diácono, se precisasse fazer tudo de novo, faria do mesmo jeito, não mudaria nada.
Se alguém sentir-se chamado a ser Diácono Permanente pode falar comigo.

 

 

brarra18

SENSACIONAL FESTA JUNINA, ARRAIÁ DA PARÓQUIA SANTA TEREZINHA, QUE SERÁ REALIZADA NOS DIAS 12,13,19 e 20 de JUNHO/2010 A PARTIR DAS 18:00 Hs, VENHA SE DIVERTIR EM NAS NOSSAS BARRACAS COM COMIDAS TÍPICAS , A CRIANÇADA VAI BRICAR A VONTADE NAS BARRACAS DE PESCARIA, TOMBA LATA ENTRE OUTRAS. COMPADRE E COMADRE VOCEIS NÃO PODEM PERDER A NOSSA FAMOSA QUADRILHA. NOSSOS CASAIS ESTARÃO DANÇANDO NAS QUATRO NOITES DE NOSSA FESTA JUNINA. ESPERAMOS POR VOCÊ.

 

brarra18

Mãe
Mãe carinhosa, mãe dengosa
Mãe amiga, mãe irmã
Mãe sem ter gerado é a mãe de coração
Mãe solidão,
Mãe de muitos, mãe de poucos
Mãe de todos nós, Mãe das mães
Mãe dos filhos
Mãe-pai: duas vezes mãe
Mãe lutadora e companheira
Mãe educadora, mãe mestra
Mãe analfabeta, sábia mãe
Mãe dos simples e dos pobres
Mãe dos que nada têm e dos que tudo têm
Mãe do silêncio, mãe da comunicação
Mãe dos doentes e dos sãos
Mães dos que plantam e dos que colhem
Mãe de quem nada fez e de quem compra feito
Mãe de quem magoou e de quem perdoou
Mãe rica, mãe pobre
Mãe dos que já foram, mãe dos que ficaram
Mãe dos guerreiros e dos guerreados
Mãe que sorri, mãe que chora
Mãe que abraça e afaga
Mãe presente, mãe ausente
Mãe do sagrado, mãe da luz
Mãe de Jesus e mãe nossa.
Mãe, simplesmente mãe.

Feliz Dias das Mães!

 


brarra18

Corpus Christi (expressão latina que significa Corpo de Cristo) é uma festa móvel da Igreja Católica que celebra a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia.
É realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade que, por sua vez, acontece no domingo seguinte ao de Pentecostes. É uma festa de 'preceito', isto é, para os católicos é de comparecimento obrigatório participar da Missa neste dia, na forma estabelecida pela Conferência Episcopal do país respectivo.
A procissão pelas vias públicas, quando é feita, atende a uma recomendação do Código de Direito Canônico (cân. 944) que determina ao Bispo diocesano que a providencie, onde for possível, "para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia, principalmente na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo." É recomendado que nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o Bispo (cân. 395).
Historia
A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao Século XIII. A Igreja Católica sentiu necessidade de realçar a presença real do "Cristo todo" no pão consagrado. A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula ‘Transiturus’ de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes.
O Papa Urbano IV foi o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège na Bélgica, que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, que exigiam uma festa da Eucaristia no Ano Litúrgico. Conta a história que um sacerdote chamado Pedro de Praga, de costumes irrepreensíveis, vivia angustiado por dúvidas sobre a presença de Cristo na Eucaristia. Decidiu então ir em peregrinação ao túmulo dos apóstolos Pedro e Paulo em Roma, para pedir o Dom da fé. Ao passar por Bolsena (Itália), enquanto celebrava a Santa Missa, foi novamente acometido da dúvida. Na hora da Consagração veio-lhe a resposta em forma de milagre: a Hóstia branca transformou-se em carne viva, respingando sangue, manchando o corporal, os sangüíneos e as toalhas do altar sem no entanto manchar as mãos do sacerdote, pois, a parte da Hóstia que estava entre seus dedos, conservou as características de pão ázimo. Por solicitação do Papa Urbano IV, que na época governava a igreja, os objetos milagrosos foram para Orviedo em grande procissão, sendo recebidos solenemente por sua santidade e levados para a Catedral de Santa Prisca. Esta foi a primeira procissão do Corporal Eucarístico. A 11 de agosto de 1264, o Papa lançou de Orviedo para o mundo católico através da bula Transiturus do Mundo o preceito de uma festa com extraordinária solenidade em honra do Corpo do Senhor.
A festa mundial de Corpus Christi foi decretada em 1264. O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão, porque o Papa morreu em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de Colônia na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada desde antes de 1270. A procissão surgiu em Colônia e difundiu-se primeiro na Alemanha, depois na França e na Itália. Em Roma é encontrada desde 1350.
A Eucaristia é um dos sete sacramentos e foi instituído na Última Ceia, quando Jesus disse: ‘Este é o meu corpo...isto é o meu sangue... fazei isto em memória de mim’. Porque a Eucaristia foi celebrada pela 1ª vez na Quinta-Feira Santa, Corpus Christi se celebra sempre numa quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade. Corpus Christi é celebrado 60 dias ápos a páscoa.

 

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A fé nos ensina que para vencer o pecado, precisamos abrir o coração a Deus, essa abertura consiste também em partilhar com os irmãos os dons e os bens. A esta partilha quando feita regularmente, faz parte integrante de nosso dia-a-dia e a chamamos de Dízimo.
O Dízimo é uma expressão de amor a Deus, ao próximo e a nós mesmos. É uma oferta regular de uma parte do que temos, é antes de tudo um sinal bem concreto de nosso amor a Deus.
Se o Dízimo é expressão de nossa resposta ao amor de Deus e, se Deus nos ama sempre, então o Dízimo deve ser ofertado sempre. Nunca pagaremos a Deus pelo bem que Ele nos fez e faz, porém seremos sempre convidados a proclamar, através de gestos concretos, suas maravilhas e, o Dízimo é um modo que temos para fazermos esta proclamação. Pela fé, descobrimos uma realidade que vale para todos. Há mais alegria em dar do que receber. Em nossa paróquia, o Dízimo foi fundado no ano de 1992 e, atualmente ele é coordenado pela Sra. Marlene. Suas reuniões ocorrem todas as segundas Quintas-feiras de cada mês.
As ofertas do Dízimo acontecem nas Missas do segundo Sábado e do segundo Domingo de cada mês.
“ Dai o prazer de servir.
Toda natureza é um desejo de servir,
serve a nuvem, serve o vento, servem os vales.
Onde houver uma árvore para plantar, plante você.
Onde houver um erro para corrigir, corrija você,
seja aquele que afasta a pedra do caminho, o ódio dos corações e
as dificuldades de um problema.
Viva a alegria de ser bom e o prazer de ser justo, viva sobretudo,
a imensa alegria de servir.
Como seria triste o mundo se tudo já estivesse pronto,
como é belo fazer uma tarefa que os outros recusaram,
seja você a pessoa que serve.
Deus dá o fruto e a luz, foi o primeiro a servir.
E Ele olhando para nossas mãos nos pergunta todo dia:
Você serviu hoje? A quem? “

Com carinho,
Pastoral do Dízimo
Marlene Bonfim

 

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Dizimistas aniversariantes do mes

01 - ALICE GARCIA TONETTI
01 - ANGELA VITRIANO DE OLIVEIRA
03 – INES MARIA SYLLAS SILVA
04 - ALDA BERNASCONI RODRIGUES
04 - ISABEL BRITO GALINDO ZANON
07 - NILTON BIANCHI
07 - DIRCE BASSIOTTI DA SILVA
08 - MARIA EDILEUZA RODRIGUES GONÇALVES
09 - ELVIRA LEONOR MARTELLI
10 - SONIA REGINA SANCHEZ GARCIA
11 - ANETE CIVOLANI MONTEIRO
12 - MARIA DO CARMO LIMA
13 - AMÉLIA DE JESUS VALDEMARIN
13 - IVONE POLTRONIERI VITÓRIO
13 - SOFIA ANTONIA PINTO SALGUEIRO
15 - AMÉLIA NAKAMURA ZEMPO
15 - SEBASTIÃO BRAZ FIGUEIREDO
17 - GENILDE ZANGIROLAMI
17- MARIA DA PIEDADE SEQUEIRA MAGALHAES
18 - ANGELINA INNOCENTE
18 - EDUARDO BERNARDINI MAHLMEISTER
19 – ZELIA DO SACRAMENTO ALBERTINE
20 - MARIA GUERRA BOTTINO
20- MARIA JOS DE SOUZA MENDONÇA
21 - RAQUEL ROMERO ALCAYA
25 - HÉLIO ORTOLANI
25 – YVETE C. DELLA VOLPE
25 – MARCIO ZEFERINO SATURNO
26 - GILDETE FERREIRA SANTOS
29 - CÍCERA DA SILVA ALVES
30 - GIUSEPPE D’ALEO


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