MAIO DE 2009
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Aniversário do Padre Geraldo:
Falar sobre o Padre Geraldo é como falar de um pai. Sua presença
ao nosso lado quando precisamos, faz com que nos sintamos seguros, pois está sempre
pronto para nos ouvir e aconselhar. É uma pessoa perseverante, sempre
lutando pela evangelização da nossa comunidade. Quando penso
nele lembro-me da parábola do filho pródigo. Em geral os filhos
não entendem o pai, mais o pai sempre entende as necessidades dos filhos,
por isso muitas vezes o julgamos duro de mais ou ficamos chateados quando levamos
uma bronca. Mas com o passar do tempo vemos que ele estava com a razão,
e como bons filhos voltamos. Esta é uma boa hora para que todos nós
voltemos para a casa do nosso pai, embora ele não goste, para homenageá-lo,
pois é admirável como uma pessoa pode dedicar toda a sua vida
em prol dos outros nestes dias em que o mundo vive tantas indiferenças
e tantos desamores. É muito bom saber que existem pessoas como o meu
bom amigo, irmão e pai Padre Geraldo. Feliz aniversário e que
o senhor continue ainda por muitos anos a frente de seu rebanho.
O ministério leigo da eucaristia foi criado através do Concílio
Vaticano II, em 1964. Este ministério requer uma investidura pelo bispo
diocesano ou por um sacerdote, quando devidamente autorizado.
Este ministério foi criado devido ao número reduzido de sacerdotes
diante da necessidade de visitar famílias e, principalmente, de levar
a comunhão e a Palavra a enfermos.
“
O ministério é uma extensão do braço do sacerdote”,
ser ministro significa estar à serviço da comunidade. Entre as
funções de um Ministro da Eucaristia se destaca:
* Fazer as orações de exéquias, popularmente o que chamam
de encomendar o corpo;
* Realizar a Celebração da Palavra na paróquia, capela
ou outro local da comunidade, na ausência de um sacerdote;
* Promover momentos de Adoração ao Santíssimo Sacramento
na comunidade paroquial;
* Auxiliar o sacerdote na celebração eucarística servindo
de acólito, preparando o altar e distribuindo a comunhão;
* Atuar como promotor da unidade dentro da paróquia, entre pastorais,
movimentos e demais segmentos;
* Colaborar com a liturgia.
Este não é um ministério maior que os outros ou mesmo
que as demais atividades paroquiais, mas sua importância está em
lidar, diretamente, com o corpo e o sangue, a alma e a divindade de Jesus. “A
partícula da hóstia consagrada reúne tudo isso”.
O ministro da eucaristia deve ter uma participação intensa na
comunidade, regularidade na freqüência da celebração
eucarística e disponibilidade. Também é necessário
manter uma postura de respeito e buscar, como todo cristão, a santidade,
sendo humilde e caridoso. Além disso, é preciso ter mais de 18
anos e ser indicado pelo sacerdote. O padre pode receber sugestões,
mas deve sempre analisar o perfil para fazer o convite, que é muito
pessoal. “Os ministros são testemunhas de vida cristã e
devem respeitar, especialmente, os padres”. A formação
de um ministro é constante. Há o primeiro curso de formação,
que é seguido de um acompanhamento na paróquia. Depois da investidura,
o ministro participa de outras atualizações.
Esta “nomeação” para ser ministro extraordinário
da comunhão eucarística pode ser permanente ou por um período
específico no caso de 2 anos podendo ser renovado pelo Pároco,
de acordo com as necessidades da Paróquia.
BENDIGAMOS O SENHOR:
Geralmente nós achamos que rezar é pedir, adorar, mas poucos
vezes chegamos à consciência de que, antes de tudo, a oração é bendizer
a Deus. É preciso encontrar um tempo de silêncio para “entrar” nos
nossos corações e começar a fazer uma lista sincera, honesta,
de todas as coisas que recebemos de Deus. “Tudo é graça”,
dizia Santa Terezinha do Menino Jesus.
Mas, diariamente, em nossas vidas, movidos pela fé, devemos abrir os
nossos olhos e corações para compreender que não somente é graça
o bem que recebemos de Deus, mas também a cruz e o sofrimento se tornam
motivo de benção e de ação graças porque
nos identificam com Cristo Jesus. Nós bendizemos o Senhor que nos abençoa
não só com as palavras, mas também com as palavras de
Jesus e pela força do Espírito Santo.
A oração de benção é a resposta do homem
aos dons de Deus: uma vez que Deus abençoa, o coração
do homem pode bendizer Aquele que é a fonte de todas as bênçãos.
Por isso sempre bendigamos o Senhor.
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Mãe das Mães:
Virgem Maria
A Senhora nos é
A Mãe das Mães
Recebeu grandiosa missão
Conceber filho de Deus
Lutou como Mãe Maior
Defendeu seu rebento
A tudo silenciou
e suportou
Ensinou-nos a amar sem egoísmo
É
exemplo de virtudes
Bondade,
Fortaleza, fé, devoção
De tão grandiosa
Tornou-se inúmeras
Denominam-na da forma
Revelada
Do Socorro assistido,
Virgem de Fátima revelou-se
Aconselhando, pedindo...
Nossa Senhora Aparecida
Apareceu,
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Socorreu,
Nossa Senhora das Graças
Concedeu,
Do Amparo, da Anunciação,
Da Conceição, Das Dores...
Mãe Rainha!
Grandioso amor seu
Multiplicou-a em todas as nossas
Horas de necessidade,
Senhora Mãe Santíssima
Agradeço o socorro, o amparo
A graça, o exemplo que nos deu
Mãe das Mães,
Sigamos o Seu exemplo
Amemos uma centelha que seja
Do Seu incontestável Amor,
Santíssima Virgem Maria,
Abençoados somos filhos Seus.
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Santificação pelo Trabalho:
A maior parte da nossa vida transcorre no trabalho de cada dia; seja ele braçal
ou mental, doméstico ou empresarial, profissional ou particular. E o
trabalho foi colocado em nossa vida, por Deus, como um meio de santificação.
Infelizmente a maioria dos homens, mesmo muitos católicos, têm
uma visão distorcida do trabalho, e, por isso, fazem de tudo para se
verem livres dele. É um engano.
Para nos mostrar a importância fundamental do trabalho em nossa vida,
Jesus trabalhou até os trinta anos naquela carpintaria humilde e santa
de Nazaré. E para nos mostrar que todo trabalho é santo, qualquer
que seja, do lixeiro ou do Papa, do pedreiro ou do médico, Ele assumiu
o trabalho mais humilde, o de carpinteiro, que era desprezado no seu tempo.
Trabalhando, como homem, Jesus tornou sagrado o trabalho humano e fonte de
santificação.
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O trabalho é, pois, um dever: ´Quem não quer trabalhar,
também não há de comer´ (2Ts 3,10). O trabalho honra
os dons do Criador e os talentos recebidos. Suportando a pena do trabalho unido
a Jesus, o artesão de Nazaré e o crucificado do Calvário,
o homem colabora de certa maneira com o Filho de Deus na sua obra redentora.
Mostra-se discípulo de Cristo carregando a cruz cada dia, na atividade
que está chamado a realizar. O Trabalho pode ser um meio de santificação
e uma animação das realidades terrestres no Espírito de
Cristo (CIC nº 2427).
O homem é, ao mesmo tempo, o autor e o destinatário do trabalho. É dele
que tira o seu sustento e presta serviço à comunidade humana.
Portanto, a primeira maneira de vivermos bem o ´mandamento do amor´, é trabalhando
bem para servir bem àqueles que se beneficiam do nosso trabalho.
Jesus nos deixou como modelo a sua vida de serviço. Disse muito claramente: ´O
Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua
vida em resgate por muitos´ (Mt 20,28).
Não podemos dividir a nossa vida em duas dimensões, uma religiosa
que se desenvolve na igreja, nas horas de oração e de Encontros,
e outra, que é a vida do trabalho, como se uma fosse sagrada e a outra
profana. Não. Isso é um grave engano. Toda a nossa vida é sagrada,
tanto a espiritual quanto a profissional. Nada é profano em nossa vida.
Santo Inácio de Loyola fez a bela síntese do trabalho e da oração
dizendo: ´Rezai como se tudo dependesse de Deus e trabalhai como se tudo
dependesse de vós´.
Sem o trabalho do homem não existem o pão e o vinho que, na mesa
eucarística, se transformam no Corpo e no Sangue de Cristo.
Sem o trabalho do homem não teríamos o pão de cada dia
na mesa, a roupa, a casa, o transporte, o remédio, a cultura, etc. Tudo
que chega a nós é fruto do trabalho de alguém; é por
isso que o labor é santo e nos santifica quando realizado com fé,
conforme a vontade de Deus.
Pelo Trabalho, justo, honesto e bem realizado, temos a missão de santificar
o mundo, a família, a fábrica, a política, a universidade,
a economia, a música, a arte, a pesquisa, etc. Tudo isso é o ´mundo
do trabalho´ que devemos santificar e ser santificados por ele.
Para nós leigos, portanto, o caminho normal, ordinário, de santificação
e de apostolado é o trabalho.
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O ALCOOLISMO TAMBEM É UMA DOENÇA DA FAMÍLIA
“Qualquer família, esposa e filhos que tiveram que conviver com um alcoólico durante alguns anos, estão destinados a ser, eles mesmos, um tanto neuróticos e desorientados. Eles não o podem evitar”.(Bill W., co-fundador de Alcoólicos Anônimos).(P-4).
A Organização Mundial de Saúde reconhece o alcoolismo
como uma doença que pode ser detida, mas não curada. Os familiares
de alcoólicos são afetados pela doença do alcoolismo.
Enquanto a obsessão dos alcoólicos é pela bebida, a obsessão
da família é controlar essa bebida. Essa obsessão leva
as pessoas próximas ao alcoólico a ficarem ansiosas, sentirem
raiva, alimentarem sentimentos de culpa, esconderem a situação
e se tornarem sozinhas e frustradas (D-1). Mas essa situação
pode ser melhorada e até mudada.
Freqüentando um dos Grupos Al-Anon (Grupos Familiares Al- Anon – para
familiares e amigos de alcoólicos), os familiares e amigos de pessoas
que tem problema com o jeito de beber de alguém muito próximo,
encontram ajuda, compreensão, esperança, alegria e até felicidade,
quer o alcoólico continue bebendo ou não (P -24-27).
Os grupos Familiares Al-Anon são uma associação mundial
de parentes e amigos de alcoólicos, que compartilham sua experiência,
força e esperança, a fim de solucionar os problemas que tem em
comum.
Nós acreditamos que uma mudança em nossas atitudes pode ajudar
na recuperação (P-58).
No Brasil há atualmente, cerca de 1000 Grupos Al-Anon e 42 grupos alateen
(para adolescentes e jovens).
Na Paróquia de Santa Terezinha do Menino Jesus, além do Grupo
Jaçanã de A.A. funciona também um Grupo Al- Anon Jaçanã,
que há 31 anos vem ajudando muitas pessoas a encontrarem a serenidade.
As reuniões acontecem todas as terças-feiras, das 15h00 às
17h00 e aos sábados , das 18h30 às 20h30.
“Se o seu lar está triste porque
Alguém bebe demais...
Nós podemos ajudar!”
SERVIÇO DE INFORMAÇÃO PAULISTA
AL-ANON
Tel: 3228-7425
GRUPOS FAMILIARES AL-ANON /ALATEEN – para familiares e amigos de alcoólicos.
Grupo Al – Anon Jaçanã
Av. Guapira, 2055 – fundos da Igreja Santa Terezinha
Reuniões: 3º s feiras: das 15h00 às 17h00
Sábados: das 18h30 às 20h30
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Semana Santa: Paróquia Santa Terezinha:
Entre todas as semanas do ano, a mais importante para os cristãos é a
Semana Santa, que foi santificada pelos acontecimentos que a liturgia celebra,
da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor – o Mistério
Pascal.
De fato, esta semana é o coração e o centro de toda a
liturgia anual, nela se celebra o mistério da redenção,
o grande sinal do amor de Deus salvador, onde “A Páscoa” é o
cume.
O cristão entra nesta Semana com o espírito de paz interior e
recolhimento. A Quaresma foi um tempo de trabalho, disciplina, conversão,
cerimônias penitenciais, agora chegou o tempo de descansar na Paixão
de Cristo. “Deus amou tanto o mundo que lhe deu o Seu Filho Unigênito” (Jo.
3, 16). Toda a Paixão é sinal do amor de Deus, tornado visível
em Jesus Cristo.
O tríduo pascal começa com a missa vespertina da ceia do Senhor,
em Quinta-Feira Santa, alcança o seu apogeu na vigília pascal
e termina com as vésperas do domingo de Páscoa. Todo este espaço
de tempo forma uma unidade que inclui os sofrimentos e a glória da ressurreição.
A Quinta-Feira Santa está marcada pela instituição da
Eucaristia e de unidade entre eucaristia e sacerdócio. A cerimônia
sugestiva e humilde do Lava-Pés orienta-se também para a Eucaristia.
Os textos litúrgicos mostram a entrega de Jesus Cristo para a salvação
da humanidade. Jesus celebra a Páscoa judia mas oferece o seu corpo
e sangue em lugar do cordeiro imolado no Templo, para selar a Nova Aliança.
O Lava-Pés é sinal do “amor até ao fim” (Jo.
13, 1). A transladação solene do Santíssimo Sacramento, é um
sinal de continuidade entre o sacrifício e a adoração
da presença sacramental.
A Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor é constituída
por uma liturgia austera e sóbria. O centro da celebração é uma
assembléia litúrgica e não eucarística. Os paramentos
são vermelhos e a liturgia desenvolve-se em três momentos – a
liturgia da Palavra, com a leitura do IV cântico do poema do Servo de
Deus (Is. 52, 13), a carta aos Hebreus com a passagem do Sumo Sacerdote “causa
de salvação para os que lhe obedecem” (Heb. 4, 14), e a
Paixão segundo São João, que vê na cruz a exaltação
de Cristo. Às leituras segue-se a oração universal; -
a adoração da cruz com a antífona de origem bizantina “adoramos
Senhor a vossa cruz… pelo madeiro veio a alegria a todo o mundo” e
os impropérios nos quais Jesus reprova a ingratidão do seu povo;
- a comunhão com o Pão eucarístico consagrado na noite
de quinta feira santa. A piedade popular gosta de participar na procissão
do Senhor morto e comove-se com a presença da Senhora das Dores acompanhando
o seu Filho morto.
O grande Sábado Santo, é um dia de serena esperança e
preparação orante para a ressurreição. Os cristãos
dos primeiros séculos jejuavam neste dia como em sexta feira santa,
era o tempo em que o esposo os tinha deixado (Mt. 2, 19).
O Ofício Divino é rezado perante o altar desnudado, presidido
pela cruz e tem um acento de meditação e repouso.
A Vigília Pascal é uma vasta celebração da Palavra
de Deus que continua com o batismo e continua com a Eucaristia. Os símbolos
são abundantes e de uma grande riqueza espiritual – o ritual do
fogo e da luz que evoca a ressurreição de Jesus e a marcha de
Israel no deserto guiado pela coluna de fogo; a liturgia da Palavra com Salmo
e oração, percorrendo as etapas da história da salvação;
a liturgia da iniciação cristã que incorpora novos filhos
na Igreja; a renovação das promessas do batismo e aspersão
com a água benta que recorda a água do nosso batismo; por fim
a eucaristia que proclama a ressurreição do Senhor, esperando
a sua última vinda (1 Cor. 11, 26).
A liturgia convoca de novo os fiéis para o “dia que fez o Senhor” na
missa do dia. O Aleluia, que fora suprimido na Quaresma, aparece repetidas
vezes em sinal de alegria e vitória, de forma que o Aleluia pascal se
tornou a aclamação própria do mistério pascal.
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DEZ RAZÕES PARA VOCÊ TORNAR-SE UM DIZIMISTA
1. O dízimo é uma profunda relação entre você e
Deus;
2. Ofertar o dízimo é reconhecer os dons gratuitos recebidos
do Pai, retribuindo, de forma justa, parte do que d’Ele você recebeu;
3. Com seu dízimo você ajuda a manter a comunidade religiosa,
patrimônio de todos;
4. O dízimo é, também, para manter os que vivem do evangelho;
5. O dízimo que você oferece vai se transformar em Evangelho,
em remédio, em pão, em missão;
6. Você vai se sentir extremamente gratificado quando verificar, daqui
a algum tempo, o que seu dízimo tornou possível;
7. Em vez de você se sentir obrigado, você vai ficar agradecido
a Deus por lhe dar condições de participar com seu dízimo;
8. A prática do dízimo integra, cada vez mais, a pessoa à comunidade;
9. A sua oferta permanente dará condições à Pastoral
do Dízimo de construir o Reino de Deus;
10. Com a oferta do dízimo, você estará entrando em comunhão
com Deus.
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