MAIO DE 2008
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Que a Vida seja de Paz e de Amor seja Feliz!
Na cidade de Promissão , interior de São Paulo, nascia Geraldo
Alves Pereira, que recorda sua humildade morada de chão de terra.
De família numerosa composta por mais cinco irmãos e quatro irmãs,
levou uma vida muito difícil trabalhando na lavoura. E apenas Geraldo
foi chamado à vocação sacerdotal, a que se concretizou
aos 36 anos de idade. Foi ordenado no Santuário N.S.Sagrado Coração
, na Vila Formosa. Sua primeira paróquia foi São Pedro localizada
no Alto da Moóca. Passou depois , pelas paróquias Santo Antonio
do Tucuruvi, Santa Joana D’Arc, São Pedro (Tremembé)e atualmente
está na Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus do Jaçanã.
Falar sobre o Padre Geraldo é como falar de um pai. Sua presença
ao nosso lado quando precisamos, faz com que nos sintamos seguros, pois está sempre
pronto para nos ouvir e aconselhar. É uma pessoa perseverante, sempre
lutando pela evangelização da nossa comunidade. Quando penso
nele lembro-me da parábola do filho pródigo. Em geral os filhos
não entendem o pai, mais o pai sempre entende as necessidades dos filhos,
por isso muitas vezes o julgamos duro demais ou ficamos chateados quando levamos
uma bronca. Mas com o passar do tempo vemos que ele estava com a razão,
e como bons filhos voltamos. Esta é uma boa hora para que todos nós
voltemos para a casa do nosso pai, embora ele não goste, para homenageá-lo,
pois é admirável como uma pessoa pode dedicar toda a sua vida
em prol dos outros nestes dias em que o mundo vive tantas indiferenças
e tantos desamores. É muito bom saber que existem pessoas como o meu
bom amigo, irmão e pai Padre Geraldo. Feliz aniversário e que
o senhor continue ainda por muitos anos a frente de seu rebanho.
MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA SAGRADA COMUNHÃO:
Os Ministros da Sagrada Comunhão, têm como dever um trabalho muito
gratificante. São pessoas chamadas à assumirem a Missão
de Jesus Cristo; levar a Eucaristia e a Palavra de Deus aos idosos, enfermos
e àqueles que necessitarem; levar uma palavra de consolo e fé aos
nossos irmãos necessitados; estar sempre disponível a serviço
da comunidade; tratar a todos com carinho e respeito, como o próprio
Jesus fazia; servir ao próximo com humildade; dar bons exemplos; auxiliar
os sacerdotes nas celebrações... A Paróquia Santa Terezinha
do Jaçanã conta atualmente com 50 (cinqüenta) Ministros
devidamente preparados pelo nosso Pe. Geraldo, pelo nosso Bispo Auxiliar Dom
Joaquim e pelo nosso Coordenador Regional Pe. Everaldo, que nos concedem um
mandato que deve ser renovado a cada 02 (dois) anos. A nossa próxima
renovação, que chamamos de Formação Continuada,
será realizada nos dias 26 de Julho, (sábado) e 03 de Agosto,
(domingo) de 2008. Nós nos reunimos a cada 02 (dois) meses, sempre na
primeira terça-feira do mês para refletirmos sobre a Palavra e
realizamos uma Hora Santa, sempre na última terça-feira de cada
mês. Para esta Hora Santa, todos os paroquianos estão convidados
para participarem conosco. Venham !!! A presença de cada um é muito
importante para a nossa caminhada Cristã!!! . No dia 08 de Junho (domingo)
a Arquidiocese de São Paulo comemora o seu centenário com a celebração
da Santa Missa no Estádio do Pacaembu, às 15:00 hs., presidida
pelo nosso Cardeal DOM ODILO. A nossa paróquia deverá estar representada
por 04 (quatro) de nossos Ministros para estarem levando a Santa Eucaristia
aos fiéis presentes a esta celebração. Os nossos paroquianos
também estão todos convidados à participarem deste grandioso
evento.
Quando fui convidado pelo Padre Geraldo para ser ministro extraordinário
da Sagrada Comunhão, mas por que “extraordinário”?
Porque o ministro ordinário é aquele que recebe o sacramento
da ordem num dos seus três graus: diaconato, presbiterado ou episcopado.
Estes, sim, são verdadeiramente os ministros ordinários. Todos
os outros exercem este ministério extraordinariamente. Mas voltando
ao convite fiquei emocionado, pois nunca em toda a minha vida, eu havia pensado
em receber um trabalho que para mim, eu não me julgava merecedor.
Comecei a ler procurar em diversas fontes tais como nossas reuniões
de ministros que são realizadas 1 vez por mês na Paróquia,
para poder exercer da melhor maneira possível esta atividade pastoral.
A nossa principal missão é a distribuição da eucaristia
aos fiéis nas celebrações, tanto na igreja, como aos enfermos
em suas residências, casas de abrigo de idosos e nos hospitais. Este é um
dos serviços mais gratificantes, pois ver a emoção no
rosto destas pessoas na hora em que eles vão receber o Cristo vivo não
tem preço.
Esta “nomeação” para ser ministro extraordinário
da comunhão eucarística pode ser permanente ou por um período
específico no caso de 2 anos podendo ser renovado pelo Pároco,
de acordo com as necessidades da Paróquia.
Pensando em como me sinto toda a vez subo ao altar para distribuir a comunhão
para os meus irmãos da comunidade, cheguei à conclusão
que me sinto como na minha primeira eucaristia, é aquele mesmo “frio
na barriga”.
Para encerrar do fundo de meu coração, só me resta agradecer
e, humildemente, dizer a Jesus MEU SENHOR E MEU DEUS!
Rubens (coordenador)
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Pastoral Litúrgica:
A palavra liturgia significa: serviço ou ação de uma
pessoa ou de uma equipe de trabalho em favor de uma comunidade. Quando falamos
de liturgia, não entendemos somente a missa, a Igreja tem um conjunto
de formas celebrativas que expressam “a intima comunhão com Deus
e com os irmãos”. Por isso, convém que haja nas comunidades
essa pastoral.
Essa equipe caracteriza-se pelo serviço de coordenação
da vida celebrativa da comunidade(Igreja), é dispensável que
seja estável, pois ela deve favorecer a partipaçao ativa nas
ações liturgicas. Porém, é importante renová-la
periodicamente para evitar cansaço e desmotivação de seus
colaboradores.
Algumas funções dessa Equipe:
•
Preparar com antecedência as celebrações, levando em conta
o tempo liturgico;
•
Preparar leitores, comentaristas, etc.;
•
Manter sintonia com o ministério de musica;
•
Manter uma boa comunicação com as pastorais e integrá-los
as celebrações;
•
Garantir a sintonia entre todos os agentes da celebração e a
assembléia;
•
Organizar o espaço celebrativo, antes e depois das celebrações;
•
Avaliar periodicamente se os objetivos propostos foram atingidos.
Em função de tanto trabalho, essa equipe necessita de muitos
colaboradores, pois a liturgia em todas as comunidades é diária
e as pessoas que participam dessa pastoral tem que Ter o espirito de servir
gratuitamente e deve estar comprometido com o crescimento do Reino de Deus
Porque a liturgia é a celebração de um povo reunido em
nome do Senhor, que fez de nós irmãos, filhos do mesmo Pai, membros
de um mesmo corpo, ramos da mesma arvore, não terá , pois, sentido
de celebrar a liturgia, se não houver um real esforço de transformar
a assembléia em encontro de irmãos.
Por isso, irmãos(ãs) coloquem-se a serviço de Deus, procurem
nosso pároco, Pe.Geraldo, ou os colaboradores de cada missa, pois, temos
certeza que você tem um Dom, mas como descobri-los se não deixa
o Espírito Santo agir .Lembrem-se, a messe é grande, mas os operários
são poucos
SER COROINHA:
Ser coroinha é algo muito importante, pois se presta um serviço à Igreja,
ao sacerdote e, principalmente, a Deus. O coroinha ou a coroinha ajudam o padre
a celebrar a missa e outras cerimônias da igreja, em toda a sua liturgia.
É bom lembrar que o papa João Paulo II, em março de 1994,
aprovou oficialmente a presença de coroinhas-meninas como ajudantes nas
celebrações litúrgicas.
O coroinha, pelo seu trabalho, é reconhecido pela comunidade da qual
faz parte e, certamente, sempre terá as ajudas e benção
de Deus.
Nossa paróquia está preparando um grupo de 13 crianças
para serem coroinhas em nossa comunidade; são crianças com idade
de 08 à 12 anos, que estão muito empenhados em fazer parte do
Grupo de Coroinhas da Paróquia de Santa Terezinha do Menino Jesus.
Ana Beatriz, Beatriz, Eduarda, Fernanda, Gabriel, Giovanni, Karinne, Keylla,
Leonardo, Lucas, Mayara, Stefani, Thaís, desejamos boas-vindas ao grupo,
e contem sempre conosco – Camila, Mayra, Tamires, Aledilson, Larissa,
Felipe, Erick, Danilo, Marcos.
Jesus conta com você para fazer a liturgia mais bela, mais participativa.
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RETRATO DE MÃE:
Uma simples mulher existe que, pela imensidão do seu amor, tem um
pouco de Deus, e pela constância de sua dedicação tem um
pouco de anjo; que, sendo moça, pensa como uma anciã e, sendo
velha, age com todas as forças da juventude; quando ignorante, melhor
que qualquer sábio desvenda os segredos da natureza, e, quando sábia,
assume a simplicidade das crianças.
Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama e, rica, empobrece-se
para que seu coração não sangre, ferido pelos ingratos.
Forte, entretanto, estremece ao choro duma criancinha, e fraca, não
se altera com a bravura dos leões.
Viva, não sabemos lhe dar o valor porque à sua sombra todas as
dores se apagam.
Morta, tudo o que somos e tudo que temos daríamos para vê-la de
novo, e receber um aperto de seus braços e uma palavra de seus lábios.
Não exijam de mim que diga o nome dessa mulher, se não quiserem
que ensope de lágrimas este álbum: porque eu a vi passar no meu
caminho.
Quando crescerem seus filhos, leiam para eles esta página. Eles lhe
cobrirão de beijos a fronte, e dirão que um pobre viandante,
em troca de suntuosa hospedagem recebida, aqui deixou para todos o retrato
de sua própria MÃE.
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O que é Pentecostes?
Dia de 11 de maio a Igreja celebra o dia de Pentecostes (do grego, pentekosté), é o qüinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.
A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento. Era para os judeus uma festa de grande alegria e de e ação de graças, pois era a festa das colheitas. Vinha gente de toda a parte: judeus saudosos que voltavam a Jerusalém (Êxodo 23, 14), portanto, uma festa agrária. Nesta, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (Ex 19, 1-16).
No Novo Testamento, o Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, mãe de Jesus, estavam reunidos no Cenáculo para a celebração do Pentecostes judaico. De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído, "como se soprasse um vento impetuoso". "Línguas de fogo" pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.
Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo.
Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda
do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova
do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos
e comunica seus dons à Igreja nascente. É pelo Espírito
Santo que Jesus continua presente e atuante na sua Igreja.
O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão
do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos
Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito:
ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo.
Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação
para a missão universal.
Catequese da Crisma
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ALCOOLISMO:
Expressões comumente ouvidas no A.A. são:”Se você não
tomar esse primeiro gole, não pode ficar bêbado” e “uma
bebida é demais, e vinte não satisfazem”.
Muitos de nós, quando começamos a beber, nunca queríamos
ou nunca tomávamos mais de um ou dois tragos. Mas com o passar do tempo
aumentamos a quantidade. Depois, com o passar dos anos, encontramo-nos bebendo
cada vez mais, alguns de nós enbriagando-se e continuando bêbado.
Podia ser que nosso estado nem sempre se mostrasse em nosso falar e caminhar,
mas nessa época, nunca estávamos totalmente sóbrios.
Se isso chega a nos preocupar, tentávamos reduzir a bebida, limitando-se
a um ou dois goles ou mudar de bebida mais forte.
Finalmente, tentávamos limitar a quantidade a fim de não ficarmos
tão desastradamente bêbados, ou até mesmo ocultar quando
bebíamos.
Contudo, todas essas medidas tornavam-se cada vez mais difíceis. Vez
por outra, procurávamos entrar em abstinência e por certo tempo
nada bebíamos. Com o tempo, voltávamos a beber – só uma.
E como aquela parecia não nos causar dano sério, achávamos
que podíamos tomar outra. Talvez fosse isso que tomássemos no
momento e era grande alívio verificar que pediríamos tomar uma
ou duas.... e depois parar. Alguns de nós fizemos isso muitas vezes,
mas a experiência provou que tudo não passava de uma armadilha,
que nos convencia de que podíamos beber com segurança, então
chegava a ocasião (uma comemoração especial, uma perda
pessoal ou nenhum acontecimento em particular) quando dois ou três goles
nos deixavam muito bem e assim achávamos que mais dois não poderiam
fazer mal, e sem a menos intenção de faze-lô, encontrávamos
de novo bebendo demais. Estávamos de volta onde já estivéramos – bebendo
em exagero sem realmente querer.
Tais experiências repetidas forçaram-nos, inapelavelmente, a esta
conclusão lógica: se não tivéssemos tomado o primeiro
gole, nunca ficaríamos bêbados.
Portanto, em vez de nos preocupar em limitar o número de bebidas ou
a quantidade de álcool, aprendamos a concentrar-nos em evitar apenas
o primeiro gole.
Parece quase ridiculamente simplista, não é? É duro para
muitos de nós acreditarmos que nunca, por nós mesmos, o imaginamos
antes de vir para o A.A.(naturalmente para falar a verdade, nós nunca
queríamos abandonar a bebida, até aprendermos algo sobre alcoolismo).
Mas o ponto-chave é: sabemos agora que isto é que funciona.
Em vez de tentar avaliar quantos goles podemos suportar (quatro, seis, uma
dúzia?) lembramos: “somente não tome esse primeiro gole”. É bem
mais simples. O hábito de pensar desta maneira ajudou centenas de milhares
a permanecerem sóbrios durante anos.
Os médicos especialistas em alcoolismo nos dizem que há abalizado
fundamento clínico para evitar o primeiro gole. É este que leva
imediatamente ou mais tarde, à compulsão para beber cada vez
mais, até nos encontrarmos em dificuldade com a bebida novamente. Muitos
de nós viemos a acreditar que o alcoolismo é dependência
de uma droga – o álcool – e, como dependentes de qualquer
sorte que desejam manter a recuperação, temos de mantermo-nos
distantes da primeira dose da droga que nos fez seus dependente. Nossa experiência
parece provar isso, como pode se ler no livro “ ALCOÓLICOS ANÔNIMOS” e
na nossa revista “Vivência” e você pode ouvi-la onde
quer que membros de A.A. se reúnam e a partilhem.
Você sabia que: ALCOOLISMO É UMA DOENÇA?
Grupo Jaçanã:
Av. Guapira,2055 -Jaçanã (Igreja Santa Terezinha)
Reuniões: 3ª, 4ª, 5ª e 6ª feiras às 19:30h.Sábados às
18:30h.e Domingos às 09:30h.
Informações: Fone3315-9333 (24 horas)
SE VOCÊ QUER BEBER, O PROBLEMA É SEU.
SE VOCÊ QUER PARAR DE BEBER, O PROBLEMA É NOSSO.
DIZIMISTAS ANIVERSARIANTES DO MÊS DE MAIO:
01- ALFREDO BATISTA
01- ALFREDO BATISTA DO NASCIMENTO
01- EDILENE CRUZES
02- DEOLINDA MARIA GONÇALVES
05- HELENA GOMES DE PAIVA E SILVA
07- DAURA JOTA
07- FERNANDO OLIVEIRA
07- MARIA ELIZABETE VERNE CHIARANTANO
07- JOAQUIM ALVES PALMA
07- RONALDO ALVES CARVALHO
08- RENATO DO NASCIMENTO
10- FRANCISCA SILAS B. DAL PILLOL
11- AMÉLIA NORBERTO DE CARVALHO
12- ADOLFO DO ESPIRITO SANTO ALVES
13- FABIO NOVAES
13- MARIA HELENA ZANFOLIM ROSA
14- JOÃO PARRAS NETO
14- FRANCISCO MORAIS DE OLIVEIRA
17- TEREZA MARIA DIAS OLIVEIRA
17- CELIA FATIMA FAUSTINO SIMÃO
17- MARIA MIRIAN MARTINS DE FREITAS
18- LINDAURA BOLDIN COSTA
18- TEREZINHA BONINI MAESTRELO
18- ROMULO GUEDES BATISTA
19- ALCINDA FRANCISCO DO NASCIMENTO
19- MARCIA MARCELINA DE CARVALHO
20- CATHARINA MILANI FERNANDES
21- DAILTON PEGORARE
21- ANGELO MELIANI
22- RITA RODRIGUES DOS SANTOS
23- STEFANO VALLI PANSUTTI
23- SANDRA REGINA N. SILVA
24- MANOEL PEREIRA SILVA
26- MARIA NERI AGUIAR SANTANA
26- NAIR MARIA DIAS
26- MAURO SERGIO FURLAN
28- RENATO TADEU PEREIRA MARTINS
29- LUIZA BENTO LIMA
30- PADRE GERALDO ALVES PEREIRA
30- NIZIA MEDEIROS
30- JOSÉ AUGUSTO MENEZES
31- BERNADETE CAVALHER OSTI
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