FEVEREIRO DE 2009
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MENSAGEM DO VIGÁRIO PAROQUIAL:
O prolongado sofrimento no nosso pároco, internações,
cirurgias, nos remetem a uma reflexão sobre a importância daquele
sacerdote que representa o próprio bispo nas várias paróquias
de uma diocese. Sabemos que a diocese se divide em paróquias, e que
o pároco exerce legitimamente a sua função quando unido
ao bispo, enquanto o bispo está unido ao poder central da Santa Fé.
O pároco é o pai da comunidade. É ele que organiza as
pastorais e incentiva o povo a trilhar o caminho do bem. Quando alguém
da nossa família adoece seriamente, nós rezamos pelo seu breve
restabelecimento, e pedimos aos amigos que façam o mesmo. Esta é a
nossa atitude de vigário paroquial e paroquianos com relação
ao nosso pároco, Padre Geraldo. Sabemos da sua espiritualidade sacerdotal
que o faz atravessar este Calvário com animo elevado. Que Deus o restabeleça
prontamente para que possa voltar, quanto antes para o nosso convívio.
Então terá passado o temor do pior, e nós nos beneficiaremos
da sua presença e das suas virtudes. E continuaremos a crescer como
verdadeiros irmãos entre irmãos. Deus abençoe o Padre
Geraldo e a nós também.
Cônego Laerte
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O Tempo da Quaresma:
O que quer dizer Quaresma?
A palavra Quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para
designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice
do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no
famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século
IV.
Na quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira
(até a Missa da Ceia do Senhor, exclusive - Diretório da Liturgia
- CNBB) da Semana Santa, os católicos realizam a preparação
para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão,
a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de
Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados
a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa
nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um
renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O
cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais
de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem
para os demais.
Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão,
onde os cristãos se recolhem em oração e penitência
para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado
no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente
o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões
têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte
da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico
para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa
luto e penitência.
Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos
começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração,
meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou
o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.
Qual o significado destes 40 dias?
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros
que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações
e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada
no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada
as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação
do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na
montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar
sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito,
entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes
e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo
o coração para algo que vai acontecer.
O que os cristãos devem fazer no tempo de Quaresma?
A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira
de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração,
a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em
todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja,
lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os
cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se
aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência
e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.
Ainda é costume jejuar durante este tempo?
Sim, ainda é costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido
em qualquer época do ano. A igreja propõe o jejum principalmente
como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se,
de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta
forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função.
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O que significa as cinzas:
O uso litúrgico das cinzas tem sua origem no Antigo Testamento. As
cinzas simbolizam dor, morte e penitência. Por exemplo, no livro de Ester,
Mardoqueu se veste de saco e se cobre de cinzas quando soube do decreto do
Rei Asuer I (Xerxes, 485-464 antes de Cristo) da Pérsia que condenou à morte
todos os judeus de seu império. (Est 4,1). Jó (cuja história
foi escrita entre os anos VII e V antes de Cristo) mostrou seu arrependimento
vestindo-se de saco e cobrindo-se de cinzas (Jó 42,6). Daniel (cerca
de 550 antes de Cristo) ao profetizar a captura de Jerusalém pela Babilônia,
escreveu: "Volvi-me para o Senhor Deus a fim de dirigir-lhe uma oração
de súplica, jejuando e me impondo o cilício e a cinza" (Dn
9,3). No século V antes de Cristo, logo depois da pregação
de Jonas, o povo de Nínive proclamou um jejum a todos e se vestiram
de saco, inclusive o Rei, que além de tudo levantou-se de seu trono
e sentou sobre cinzas (Jn 3,5-6). Estes exemplos retirados do Antigo Testamento
demonstram a prática estabelecida de utilizar-se cinzas como símbolo
(algo que todos compreendiam) de arrependimento.
O próprio Jesus fez referência ao uso das cinzas. A respeito daqueles
povos que recusavam-se a se arrepender de seus pecados, apesar de terem visto
os milagres e escutado a Boa Nova, Nosso Senhor proferiu: "Ai de ti, Corozaim!
Ai de ti, Betsaida! Porque se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia
os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam
arrependido sob o cilício e as cinzas. (Mt 11,21) A Igreja, desde os
primeiros tempos, continuou a prática do uso das cinzas com o mesmo
simbolismo. Em seu livro "De Poenitentia" , Tertuliano (160-220 DC),
prescreveu que um penitente deveria "viver sem alegria vestido com um
tecido de saco rude e coberto de cinzas". O famoso historiador dos primeiros
anos da igreja, Eusébio (260-340 DC), relata em seu livro A História
da Igreja, como um apóstata de nome Natalis se apresentou vestido de
saco e coberto de cinzas diante do Papa Ceferino, para suplicar-lhe perdão.
Sabe-se que num determinado momento existiu uma prática que consistia
no sacerdote impor as cinzas em todos aqueles que deviam fazer penitência
pública. As cinzas eram colocadas quando o penitente saía do
Confessionário.
Já no período medieval, por volta do século VIII, aquelas
pessoas que estavam para morrer eram deitadas no chão sobre um tecido
de saco coberto de cinzas. O sacerdote benzia o moribundo com água benta
dizendo-lhe: "Recorda-te que és pó e em pó te converterás".
Depois de aspergir o moribundo com a água benta, o sacerdote perguntava: "Estás
de acordo com o tecido de saco e as cinzas como testemunho de tua penitência
diante do Senhor no dia do Juízo?" O moribundo então respondia: "Sim,
estou de acordo". Se podem apreciar em todos esses exemplos que o simbolismo
do tecido de saco e das cinzas serviam para representar os sentimentos de aflição
e arrependimento, bem como a intenção de se fazer penitência
pelos pecados cometidos contra o Senhor e a Sua igreja. Com o passar dos tempos
o uso das cinzas foi adotado como sinal do início do tempo da Quaresma;
o período de preparação de quarenta dias (excluindo-se
os domingos) antes da Páscoa da Ressurreição. O ritual
para a Quarta-feira de Cinzas já era parte do Sacramental Gregoriano.
As primeiras edições deste sacramental datam do século
VII. Na nossa liturgia atual da Quarta-feira de Cinzas, utilizamos cinzas feitas
com os ramos de palmas distribuídos no ano anterior no Domingo de Ramos.
O sacerdote abençoa as cinzas e as impõe na fronte de cada fiel
traçando com essas o Sinal da Cruz. Logo em seguida diz : "Recorda-te
que és pó e em pó te converterás" ou então "Arrepende-te
e crede no Evangelho".
Devemos nos preparar para o começo da Quaresma compreendendo o significado
profundo das cinzas que recebemos. É um tempo para examinar nossas ações
atuais e passadas e lamentarmo-nos profundamente por nossos pecados. Só assim
poderemos voltar nossos corações genuinamente para Nosso Senhor,
que sofreu, morreu e ressuscitou pela nossa salvação. Além
do mais esse tempo nos serve para renovar nossas promessas batismais, quando
morremos para a vida passada e começamos uma nova vida em Cristo.
Finalmente, conscientes que as coisas desse mundo são passageiras, procuremos
viver de agora em diante com a firme esperança no futuro e a plenitude
do Céu.
Bênção e imposição das cinzas no início
da Quaresma
(Quarta-feira de cinzas)
Aceitando que nos imponham as cinzas, expressamos duas realidades fundamentais:
Somo criaturas mortais; tomar consciência de nossa fragilidade, de inevitável
fim de nossa existência terrestre, nos ajuda a avalira melhor os rumos
que compete dar à nossa vida: "você é pó, e ao
pó voltará" (Gn 3, 19). Somo chamado;
Somos chamados a nos converter ao Evangelho de Jesus e sua proposta do Reino,
mudando nossa maneira de ver, pensar, agir.
Muitas comunidades sem padre assumiram esse rito significativo como abertura
da quaresma anual, realizando-o numa celebração da Palavras.
Veja mais embasamentos bíblicos sobre as cinzas através das seguintes
passagens: (Nm 19; Hb 9,13); como sinal de transitoriedade (Gn 18,27; Jó 30,19).
Como sinal de luto (2Sm 13,19; Sl 102,10; Ap 19,19). Como sinal de penitência
(Dn 9,3; Mt 11,21). Faça uma pesquisa através de todas estas passagens
bíblicas, prestando a atenção ao texto e seu contexto, relacionando
com a vida pessoal, comunitária, social e com o rito litúrgico
da Quarta-feira de cinzas.
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Horário das Missas no carnaval:
Paróquia Santa Terezinha
Dia 21/02, sábado, missas às 08h00 e 16h00
Dia 22/02, domingo, missas às 07h00, 10h00 e 18h00
Dia 23/02, segunda, missa às 07h30
Dia 24/02, terça, missa às 07h30 seguida de retiro (todos estão
convidados)
Dia 25/02, quarta feira de cinzas, missa somente às 20h00
Capela São Gabriel
Dia 22/02, domingo, missa às 08h30
Dia 25/02, quarta feira de cinzas, missa às 16h00
Comunidade Mãe Peregrina
Dia 21/02, sábado, missa às 17h30
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O Centro de Apoio Solidário ao Idoso – CASI
Idealizado e coordenado por Irmã Bernarda de Lima de Carvalho, smmp, funciona desde 2004 em sede própria, cujo imóvel foi proveniente de doação feita pela Congregação Maria Madalena Postel, da qual irmã Bernarda é integrante. Seu objetivo é garantir a proteção social e favorecer o processo de envelhecimento ativo e saudável do Idoso em situação de vulnerabilidade e risco, por meio de serviços de orientação psico -social e desenvolvimento de atividades sócio – educativas. A iniciativa de construir uma entidade de apoio e solidariedade ao idoso surge como resposta às necessidades da comunidade em que está inserido. Estas necessidades foram constatadas durante a Campanha da Fraternidade de 2003 da Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus no bairro do Jaçanã, região de Santana, Diocese de São Paulo. A campanha daquele ano teve como tema “Fraternidade e as Pessoas Idosas” e o lema: “ Vida – Dignidade- Esperança”. Atualmente, participam ativamente das atividades aproximadamente 40 idosos, sendo a maioria constituída por mulheres. As atividades acontecem de 2ª a 6ª no período da tarde e estão distribuídas nas seguintes áreas : Saúde , Educação, Arte- Cultura-Lazer Eventos, Estética e Espiritualidade. O CASI, conta apenas e exclusivamente com o trabalho de voluntários para o conjunto das atividades com os idosos, assim como para as atividades administrativas
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DIZIMISTAS ANIVERSARIANTES DO MÊS :
01 -JOSÉ CARLOS B. LOBO
01 - RAIMUNDO N. DA ROCHA
01 - TEREZINHA ALVES DE SOUZA
02 - JACKSON T. DE QUEIRÓZ
02 - MARIA A. NOGUEIRA GUERRA
03 - DANILO DELLA VOLPE
04 - ROSA DO AMARAL SILVA
05 - MARIA B. DE JESUS X. DE ANDRADE
05 - MARIA VIOLETA SANTANA
05 - NEIDE F. MAGALHÃES DE SOUZA
05- RAFAEL JOSÉ FERREIRA DE SOUZA
06 - LOURDES MORAES
07 - ANTONIO CORONADO
07 - CELI DE OLIVEIRA
08 - MARTA CARVALHO DA ROCHA
09 - NAIR DA SILVA ALVES FERREIRA
10 - ARMANDO BALLAMINUT
11 - ALESSANDRO ANDRADE DE LIMA
11 - ROSA JARDIM TEIXEIRA
11 - SILVANA FIGUEIREDO
12 - DAMIANA MARIA DA SILVA
13 - MARIA TEREZINHA S. DE ASSIS
13 - PAULO SERGIO P. DOS SANTOS
14 - IDIONE CALANDRINO
14 - FERNANDO PINTO SANT’ANNA
15 - FRANCISCO CARLOS ARAÚJO
16 - ANTONIO FRANCISCO
17 - HELENITA P. RIBEIRO DAMASCENO
17 - PAULO CESAR RONQUETTI
17 - ZARA CARNEIRO LEÃO
17 - FELICISSIMA DO N. LOURENÇO
19 - LUIZ CLAUDIO PEREIRA MARTINS
20 - VALENTIM CARMINATO
23 - IEDA SILVA CAMPOS
25 - LUZIA MARIA DA SILVA NASCIMENTO
25- TEREZA DOS SANTOS CAJU
25 - LUIS DE ALMEIDA FILHO
26 - SELMA ARAÚJO RIBEIRO VARA
26 - THEREZA FERNANDES CROCCI
27 - ANDRÉA CLAUDIA C. BAZELA
27 - MARIDETE PASSOS GOMES
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